se puder dedique 1 dia e meio a 2 dias
O nosso roteiro pela Islândia decorreu durante 8 dias, tendo começado por explorar logo a Península de Reykjanes (ou do Sul) e Reykjavik ( a capital da Islândia).
Dedicámos 1 tarde e 1 manhã

Aterrámos em Keflavik (aeroporto internacional da Islândia) por volta das 15h e após termos recolhido a bagagem e levantado o carro saímos do aeroporto por volta das 16h. Aí começou a nossa aventura por terras islandesas.
Em vez de fazer o trajeto mais rápido até à capital, Reykjavik (Reiquiavique), decidimos seguir para Sul por uma estrada secundária para começar a explorar um pouco da Península de Reykjanes.
Fizemos paragem na

Ponte entre Continentes


e passámos pela Blue Lagoon (na zona de Grindavik).


A zona da Blue Lagoon tem uma paisagem deslumbrante.


Pena não termos tempo para nos juntarmos a quem estava a gozar aquele espaço.

Tínhamo-nos proposto passar também pelo vulcão Fagraldalsjfall (o qual entrou em erupção em março deste ano) bem como por Krysuvik – paisagem vulcânica, mas já não conseguimos.
Havia que fazer check-in no alojamento – Blue Mountain Apartments (11km do centro da cidade de Reykjavik- 15 min), fazer compras, (para 2 pequenos almoços e almoços – como não tínhamos pequeno-almoço incluído e nos 2 dias seguintes iríamos circular por locais com pouca oferta de restauração e também para rentabilizar o percurso) e seguir para Reykjavik para tentar ainda ficar com uma perceção da capital e aí jantar.
Estacionámos não muito longe do porto e começámos a gozar a tranquilidade do fim de tarde na cidade de Reykjavik.

Ficámos maravilhados com o tipo de casas e as suas cores que contrastavam com o resto do cenário, sendo isso a cor do céu, o sol a insistir não se pôr, a cor da montanha com alguns restos de neve ao fundo, bem como a cor da água e dos barcos acostados no porto.


Estando numa zona tão emblemática e tendo feito pesquisas nesse sentido jantámos num dos restaurantes – Seabaron – da zona do porto. Comemos sopa de lagosta e espetadas de peixe. Gostámos da experiência.


Após o jantar ainda deambulámos mais um pouco pela cidade tendo passado pela Câmara Municipal, situada à beira do lago Tjornin,

tendo vislumbrado também a Dómkirkja.

Nessa zona fomos contemplados por aves e patos que tal como nós gozavam o fim de tarde. É mais uma área interessante da cidade. O casario colorido que se avista do lago, refletido na água ainda lhe confere mais beleza. No regresso ao carro passámos por uma zona comercial com lojas de marcas nacionais e internacionais (não sendo ainda as principais ruas dedicadas ao comércio).
E pronto! Com muita pena nossa lá tivemos de nos encaminhar para o alojamento para recuperar forças para “outro dia de trabalho”!
No dia seguinte dirigimo-nos para a cidade de Reykjavik pois queríamos desbravar mais um pouco da cidade. Tendo estacionado o carro no parque da Sala de Concertos Harpa, começámos logo por aí.

É um edifício que se destaca pelo tipo de construção – em vidro e pela localização – à beira da água.


Permite criar perspetivas fantásticas. Depois de termos apreciado o seu interior, queríamos também observar e fotografar o seu exterior.
Após esses momentos, fomos ao longo da água (tendo a sala de concertos ficado nas nossas costas) para chegarmos ao Sun Voyager

e regalarmos os nossos olhares na escultura – vibrante e memorável e na sua localização à beira da água, tendo como pano de fundo montanha escura com algum gelo em cima. É indescritível!
Por aí, deixámos a marginal pois lá no alto estava a Hallgrimskirkja à nossa espera. No trajeto até lá, os nossos olhos foram-se deleitando com o que nos era dado observar: casas de cores variadas, umas particulares outras funcionando como bares, restaurantes e lojas de comércio, tendo também visto placas com os nomes das principais ruas comerciais.
Eis-nos chegados ao cimo da rua e algo imponente nos obriga a mais uns cliques: a igreja Hallgrimskirkja e a sua abrangência.


É uma construção em estilo moderno, representando a maior do país. É imperioso subir à torre (paga – 1200ISK por px) pois permite vistas de 360º para a cidade.




Em frente à igreja, fica uma das principais ruas comerciais – Skölavörđustigur. Mas o tempo destinado estava a esgotar-se e como já não conseguíamos explorar tudo, optámos pela outra – Laugavegur. Fomos ao longo dela. É uma rua agradável e alegre –


pelos edifícios – dedicados ao comércio, restauração e hotelaria- , pelo chão pintado de cores variadas e por alguma street art.


Posto isto estava na hora de pagar o estacionamento (não chegou a 3h – 839 ISK) e de nos pormos a andar para outras paragens! (Com muita pena nossa mas por falta de tempo já não conseguimos ir a Perlan).
Pernoitámos as 2 primeiras noites em Reykjavik – para explorar a Península de Reykjanes, Reykjavik, Golden Circle e a zona perto
INFORMAÇÃO DOS LOCAIS VISITADOS
PONTE ENTRE CONTINENTES
As placas continentais europeia e americana separam-se visivelmente em Thingvellir, podendo ser atravessadas nesta ponte (a 20 minutos de carro da Blue Lagoon ou Keflavik).
BLUE LAGOON
A Lagoa Azul fica a aproximadamente 20 km do Aeroporto Internacional de Keflavík (sudoeste da Islândia) num campo de lava perto de Grindavík e em frente ao Monte Þorbjörn na Península de Reykjanes, constituindo uma das atrações mais visitadas da Islândia.
A zona em redor da Lagoa Azul é uma paisagem singular estando rodeada de terras repletas de lava negra.
A área da Blue Lagoon compreende: 2 hotéis – Silica Hotel e Retreat Hotel, 3 restaurantes – Moss; Lava e Spa, o Retreat Spa, a Lagoa Azul (propriamente dita) e ainda uma loja de produtos para a pele.
A Blue Lagoon é, assim, uma estância termal com piscina de águas quentes – entre os 37 e 39 º – (fornecidas pela central geotérmica de Svartsengi situada nas proximidades) ao ar livre sendo a água enriquecida com (alto teor de) sílica (daí o seu tom azul leitoso), algas e minerais. Para além disso a sílica forma também lama branca e macia (no fundo do lago) que os banhistas usam para se esfregar.
É um local de excelência dos islandeses e tão divulgado que se torna demasiado turístico. Deve reservar com antecedência, começando o preço nos 64 €.
REYKJAVIK
| Centro histórico e porto | onde os primeiros colonos vikings se estabeleceram. |
| Harpa : Sala de Concertos | situada na fronteira entre a terra e o mar – edifício grande e radiante de arquitetura moderna – de 2011 com 28.000 m² – “escultura” que reflete tanto o céu quanto o espaço portuário, bem como a vida vibrante da cidade. |
| Sun Voyager | escultura descrita como um barco dos sonhos ou uma ode ao sol. |
| Lago Tjörnin | localizado no centro da cidade – um dos lugares favoritos tantos dos islandeses como dos viajantes para caminhar ao longo de suas margens pela paisagem e pelas aves. No inverno é o local ideal para patinar no gelo. |
| City Hall – Câmara Municipal | (ao pé do lago) |
| Dómkirkja | Catedral- Igreja Católica |
| Hallgrimskirkja | Igreja Luterana – 73m de altura, a maior do país e a mais imponente. Edifício fantástico, inspirado em formações vulcânicas e pilares hexagonais. Orgão gigantesco de 5000 tubos. Da torre – vista panorâmica de Reykjavík. Pode ir de elevador – pago – 1200 ISK (por px) ou pelas escadas (300) ( fica no cimo da rua Skölavörđustigur) |
| Ruas de Comércio | Laugavegur ( principal ) e Skölavörđustigur Laugavegur – lojas nacionais, internacionais, de souvenirs, hotéis, restaurantes e cafetarias. Skólavörðustígur – lojas de souvenirs e de artesanato da Islândia. |
| National Museum | Dá a conhecer a fascinante história da Islândia desde os seus primeiros tempos até à atualidade |
| Reykjavik Art Museum | Abriga essencialmente obras da coleção do artista Erró ( um dos artistas contemporâneos islandeses mais conhecidos) e também uma variedade de exposições de arte contemporânea. |
| The Settlement Exhibition | Exposição de artefactos dos primeiros colonos (vikings) numa sala subterrânea |
Bem no início da aventura na terra do Gelo e do Fogo, como é conhecida a Islândia, estava na hora de prosseguir em busca de mais maravilhas!