





O Parque Nacional do Serengeti, na África Oriental, está situado num grande planalto no norte da Tanzânia, a leste do Lago Vitória, a sudoeste do Quénia, a oeste do Vale Gregory Rift e das terras altas de Ngorongoro. É um parque de grandes dimensões cobrindo entre 30.000 a 40.000km² (uma área aproximadamente equivalente à da Irlanda do Norte).
Serengeti significa “planície sem fim/ interminável” ou “imensas planícies” na língua Maa, da tribo Maasai que vive nas proximidades do parque Serengeti e no sul do Quénia.
“No Parque vivem mais de 35 espécies de grandes mamíferos como leões, hipopótamos, elefantes, leopardos, rinocerontes, girafas, antílopes e búfalos. O parque também possui hienas, chitas, macacos, além de mais de 500 espécies de pássaros, sendo também “famoso pelas migrações anuais de gnus, zebras e gazelas que acontecem de maio a junho. ” https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_de_Serengu%C3%A9ti
O Serengeti é o parque que abriga o maior número de animais do mundo, constituindo, assim, uma das maravilhas do mundo natural. Pela sua grandiosidade e importância foi considerado Património Mundial da UNESCO desde 1981.
Estes fatores desencadeiam, nos viajantes amantes de natureza e vida selvagem, um desejo de conhecer essas paragens com características únicas no mundo. A resposta a isto é embarcar num safari pela savana africana em busca da fauna e flora nativas.
Uma experiência única de safari na Tanzânia, passa por visitar o Parque Nacional Serengeti e a Área de Conservação de Ngorongoro
COMO ALCANÇAR O PARQUE
| NOSSA EXPERIÊNCIA (jipe a partir de Ngorongoro Rhino Lodge) a 70 km – 1h 30 m do Parque do Serengeti | Nós tínhamos pernoitado no Ngorongoro Rhino Lodge (a cerca de 7 km – 10 min do View Point da Cratera de Ngorongoro) porque tínhamos dedicado o dia à Área de Conservação Cratera de Ngorongoro. |
| Se chegar à Tanzânia, aterrando no aeroporto de Kilimanjaro (a cerca de 1h de Arusha ) JIPE | o Parque do Serengeti fica a: 235km – 4h 30m, (partindo de Arusha) de jipe. |
| AVIÃO | se chegar à Tanzânia, aterrando no aeroporto de Kilimanjaro (a cerca de 1h de Arusha) aí mesmo pode apanhar um pequeno avião e voar diretamente para o coração do Serengeti. OU ainda do aeroporto nacional de Arusha ( a 7 km do centro da cidade) há voos para o aeródromo de Seronera – (35 minutos) (há varias companhias aéreas locais : Auric Air, Flexflight, Flightlink, ZanAir ( voo direto (1-3 por dia) |
QUANTO TEMPO DEDICAR A UM SAFARI NO SERENGETI
Para dar resposta aos seus sonhos e poder gozar mais tranquilamente essa experiência única, deve-se dedicar 3 a 4 dias à zona do Serengeti, podendo incluir um passeio de balão.
A NOSSA EXPERIÊNCIA
Como é uma viagem que obriga a uma logística considerável a vários níveis deve ir inserido num grupo liderado por um guia experiente que trabalhe com empresas locais que aluguem jipes com condutores habilitados para o efeito. A nossa viagem ocorreu no início de fevereiro de 2023, tendo o nosso Tour Leader sido Artur Cabral. Éramos um grupo de 9 pessoas incluindo o Tour Leader, distribuídos por 2 carros.
ARTUR CABRAL – Photographer, Tour Leader e World Traveler. Podem segui-lo e contactá-lo através das redes sociais – Facebook ou Instagram – facebook.com/ARTURCABRALPHOTO ou http://www.arturcabral.com
1º DIA – ALDEIA MAASAI E SERENGETI
Depois de já termos apreciado e gozado o Parque Ngorongoro, estávamos empolgados por ter mais momentos em contacto com a fauna e a flora, desta vez, no Serengeti, que de acordo com pesquisa feita, a experiência, seria ainda mais rica… pois colocava-se a questão:
entre outras muitas espécies de animais, iríamos ver os famosos BIG FIVE? Quais são? Suspense! Continue a “aventura da leitura” do artigo e pode ser que encontre a resposta!
Como tínhamos pernoitado no Ngorongoro Rhino Lodge que distava 70 km – 1h 30 m do Parque do Serengeti, antes de termos dado entrada no parque ainda gozámos 2 momentos: a visita a uma aldeia Maasai



e a paisagem abrilhantada pelas amigas girafas (Sabiam que?! para ajudar a pegar folhas saborosas, a língua da girafa pode ter até 50 centímetros de comprimento?) que de quando em quando queriam competir connosco e surgiam à frente do trilho onde circulávamos, ou ainda querendo atravessá-lo!





É um começar a reportagem fotográfica desde logo para não deixar nenhum momento por registar!

Os jipes já estavam em modo safari: os seus tetos estavam levantados para nos sentirmos mais perto de todos os animais que nos iriam encantar ao longo do trajeto.
Aí íamos nós apetrechados de 2 coisas inseparáveis: as máquinas fotográficas, telemóveis e uma folha A4 com uma lista, imagens dos animais selvagens e um quadrado relativo a cada animal para irmos assinalando todos os que começassem a fazer parte da nossa aventura! Era desafiante!


Cada vez que passávamos perto de árvores, sendo na sua maioria as célebres acácias, íamos sempre atentos pois elas servem de abrigo ou alimento a “muita gente” – desde fornecerem alimento às girafas, estarem repletas de ninhos, servirem de “residência” a aves, a leopardos, a leões e leoas, tendo sido desta vez contemplados com uma coleção de aves fenomenal!

Toca a fotografar e registar os “bichinhos” que começavam a surgir ao longo do percurso, sendo eles muito diversificados: avestruzes, (as maiores aves) zebras (as suas listras servem para se confundirem com as cores da planície e também para ajudar a mantê-las frescas e repelir insetos que picam),

chacais, (mais) girafas que nos encantavam com a sua altura e postura: ou a deslocarem-se ou a chegar aos galhos das árvores para se alimentarem, flamingos rosados, num lago, que também eram observados por girafas e zebras! Não há palavras para descrever tamanhas sensações!

Mas… ansiávamos começar a ser agraciados por “bichinhos” ainda mais famosos. Lá vimos algumas hienas, cegonhas (que tinham migrado para África – para este parque ou outros para passar o inverno) ……,


até que percebemos que…
os drivers comunicavam uns com os outros e imediatamente a seguir lançaram-se numa corrida desenfreada. Seria para quê? Adivinhem só!? Uma série de leoas, umas a rebolar-se no chão e outras a “descansar do trabalho árduo”! Que fazer? Escondermo-nos dentro do jipe com medo ou aproveitar estes momentos ao máximo? É claro que só restava uma hipótese: a 2ª! Deliciámo-nos a contemplá-las passando isso por tirar o máximo número de fotografias e fazer vídeos para mais tarde recordar essas vivências!



Era toca a continuar a registar na nossa folhinha! Quem nos aparece?
Uma família de chitas – quase parecem leopardos– (a chita é o animal terrestre mais rápido, capaz de correr mais de 120 km por hora. Ao contrário de outros grandes felinos, as chitas caçam durante o dia usando sua excelente visão para localizar presas até 5 quilómetros de distância! ) tranquilamente a descansar no meio do verde,



que do nada se levantaram e começaram a caminhar e dirigir-se para uma manada enorme de gnus (iam em sua perseguição!) que se deslocavam lá mais ao longe!

Nós tentámos acompanhá-los! Foi um verdadeiro delírio!


Cegonhas e marabus (ave maior que a cegonha mas considerada da mesma família) queriam também fazer parte da nossa lista!
Ora aí estávamos nós numa pequena parte, do incomensurável Parque Serengeti, sentindo desde logo que muito mais haveria para ver!
Nas imediações do lago Ndutu, perto do qual onde iríamos pernoitar, ainda nos deliciámos com mais uma família de leoas (os esposos leões tinham ido “trabalhar”!) e alguns marabus no lago.


Tinha sido o primeiro de aventura no Parque Serengeti que terminava no alojamento Sero Tented Camps rodeado de acácias e à beira do lago Ndutu.
E quantos animais dos mais famosos já tínhamos contemplado no 1º dia? Eu ajudo! 1 – começado pela mesma letra- L !
2º DIA – PASSEIO DE BALÃO E SERENGETI
Ora bem! O dia começou bem cedo pois a ideia era ver o nascer do sol já instalados no balão. Após essa interessante experiência e de termos tomado o pequeno-almoço no seio da natureza, queríamos muito continuar a nossa aventura em terras africanas do Serengeti.





Os bichinhos começavam a surgir: impalas, (espécie de antílope) marabus, abutres,



zebras,… As zebras fizeram-nos lembrar que estávamos no domínio delas e sem pejo apresentavam-se à frente dos jipes atravessando o trilho ou olhando para os espetadores sempre com as suas caudas a dar a dar, ou ainda a alimentarem-se …

e sempre muito atentos ao que nos circundava,
… lá surgiu uma amiga leoa, mas muito “envergonhada” que acabou por se ir esconder num cano da água! Não estão bem a ver o êxtase criado em redor destes momentos! Todos os carros pararam durante um tempo incalculável à espera de algo que não aconteceu: a leoa continuava no mesmo local e na mesma posição: ou escondida, não de nós certamente, ou a descansar!

Bom … mas tínhamos que “governar vida”!
Prosseguimos a aventura e fomos bafejados pela sorte: uma chita decidiu surgir para nos alegrar num momento brevíssimo, bem como mais zebras que competiam com o nosso jipe a ver quem “corria mais” e de repente apercebemo-nos de que o nosso simpático driver se estava a encaminhar, de acordo com indicações via rádio para um outro local! O que seria suposto vermos? Uma concentração de jipes perto de um rochedo?!
“Alguém” ainda mais importante? Exatamente! Um família de leopardos ( dois adultos e um juvenil) que só se conseguiram ver através de binóculos, sendo difícil captá-los uma vez que eles nunca se aproximaram, apesar do muito tempo de espera! Quem nunca passou por uma experiência dessas, tem dificuldade em entender tal! (Sabiam que o leopardo africano está em perigo de extinção e é famoso pelas altas velocidades que atinge quando corre?) .
Bem… com muita pena nossa, desistimos de esperar, mas não tardou muito, houve contacto entre os drivers, significando isso mais um momento alto certamente!
O dia prosseguia e ao longo da planície a perder de vista estávamos nós concentrados num número infindável de cegonhas

quando o “centro de comunicações” relatava algo numa língua (árabe) só percetível entre drivers a anunciar certamente a localização de algo que iria desencadear uma corrida desenfreada de uma série de carros…
Assim foi! Após alguns quilómetros em short cuts começámos a vislumbrar uma concentração de jipes em redor de uma acácia!

Ela servia de poiso a uma família leonina! Sentíamo-nos numa sala de cinema ao ar livre para assistir a cenas dos próximos capítulos, mas o filme não desenvolvia! Víamos alguns vultos que nos pareciam corresponder a leoas nos seus tronos – troncos que serviam para descansar o corpo, tendo as patas e a cauda pendentes.



De repente todo o mundo concentra os seus olhares em algo que se desloca e começa a descer da árvore: era o senhor leão que decidiu ser o Rei da festa.



Foram mais uns momentos de delírio nas vidas de quem por ali estava! Todos os carros foram acompanhando o seu trajeto, estando o nosso simpático e disponível driver empenhadíssimo e empolgado em sentir que o nosso jeep conseguia ir desmesuradamente perto porque desde há muito que ele se tinha apercebido que todos nós não tínhamos medo dos animais e adorávamos poder ver, fotografar e filmar todos os momentos!



Mas o dia não ficava por aqui e era engraçado que o nosso driver dividia-se entre conduzir e ir atento ao que se poderia ver em frente, à direita, à esquerda … quando nos apercebemos que ele bem como mais uns quantos drivers se estavam a dirigir para mais um local com “gente” gira!
Imaginem de quem se tratava?
Uns leopardos que resolveram fazer a sesta em cima de uma árvore, sem dar grande importância ao burburinho em redor deles! Foram momentos muito interessantes mas tivemos pena de eles não terem interrompido o seu momento de descanso, para nos encantarem ainda mais!


Entretanto, no decurso do nosso trajeto umas quantas aves surgiram,


uns pequenos antílopes, designados como dik-dik, uma gracinha a deslocar-se e com um olhar muito intenso!

A tarde ia decaindo mas com mais surpresas! Eis que a uma certa distância se começam a vislumbrar alguns elefantes que se deslocavam tranquilamente ao longo das planícies. As suas trombas oscilavam ao longo do seu percurso, significando isso baixarem-nas para captar algum alimento ou apenas para evidenciarem algum movimento! Foram momentos divinais de registo (de fotografias, de filmagens) de adoração, contemplação, sem que ninguém quisesse arredar pé dali mas já não nos restava muito mais tempo pois tínhamos que nos encaminhar para o nosso alojamento.




Ainda assim, ainda vimos mais algumas elegantíssimas girafas! Umas que insistiam em caminhar no trilho à nossa frente, outras que se esgueiravam, do lado direito ou esquerdo nas acácias para se alimentarem ou ainda outras que pareciam exibir-se ou mostrar-se, sendo 2 ou mais de cada vez!
Mas mais animais fizeram ainda parte do nosso maravilhoso dia! Uns quantos babuínos,


muitas impalas, gazelas (Grant e Thomson) com a sua peculiar forma de se deslocar – com a sua cauda a dar a dar e ainda alguns waterbucks – (espécie de antílope) também designados como piva em Moçambique.




Bom e agora estava na hora de ir gozar o fim de tarde no alojamento – Sueños de Africa (a 95 km a norte do lago Ndutu já relativamente próximo da fronteira com o Quénia e do Lago Vitória), onde iríamos pernoitar 2 noites.
Seria que no fim do 2º dia conseguiríamos acrescentar algum dos BIG FIVE? Claro que sim! Mais dois se juntaram, começados por L e E ! Quem adivinha?
3º DIA – SERENGETI – Era agora ou nunca para ver os restantes BIG FIVE!
Ora bem! Este dia tinha que ser bem aproveitado pois seria o último dia completo no parque Serengeti!
Começámos a nossa manhã por um local muito fácil e presumível de observar uma “multidão” que tinha uma piscina privada para se refrescar: hipopótamos! É qualquer coisa indescritível e única podermos observar alguns momentos da vida destes bichinhos! Uns deslocavam-se aproximando-se ou afastando-se de outros, enquanto outros entravam ou saíam da piscina! Poderíamos continuar por ali pois haveria sempre mais este ou aquele momento digno da nossa presença!



Mas a manhã prometia!
Para não nos esquecermos deles, os leões apareceram nas nossas vidas outra vez, sendo que foram momentos ainda mais fenomenais pois tivemos a honra e o prazer de ver famílias leoninas completas: leoas, leões e os seus filhotes!




Quando todos eles começaram a surgir ficámos de queixo caído pois não queríamos acreditar no que os nossos olhos viam! Parecíamos miúdos que estavam pela primeira vez num jardim zoológico!
E agora? Como se sai de um cenário destes? Só pensando que tínhamos uma folha para registar mais bichinhos e que ainda tínhamos esperança de ver mais uns quantos!
Bom… lá vimos mais uns quantos macacos, marabus e lá íamos prosseguindo até que nos começámos a aperceber de um ajuntamento de carros! O que seria desta vez?
Surprise! Eram uns quantos amigos leões a descansar nas famosas e encantadoras árvores acácias, nas posições mais incríveis que possam imaginar com um ar terno que apetecia mesmo acariciar e a seguir uma família de elefantes que se deliciavam planície fora, cujos filhotes caminhavam junto das mamãs a solicitar um leitinho e conseguiam!



Não há palavras que consigam descrever momentos como esses! É claro que não há jipe que não pare, pois todas as pessoas ficam fascinadas e extasiadas e são certamente momentos únicos nas nossas vidas!
Mais momentos interessantes teríamos pelo dia fora! As nossas amigas girafas que ainda hoje não tinham surgido nas nossas vidas lembraram-se de nos surpreender!
Após um almoço numa paragem agradável, passámos por um lago onde tínhamos hipopótamos que podiam ser observados no seu habitat, (pois eles passam grande parte do dia na água para assegurar que a sua pele fique húmida, saindo à noite para se alimentarem).
Estes estavam a trabalhar arduamente: a produzir “Channel number 5″! É inimaginável o cheiro dos seus excrementos! Diz-se que o ato de eles girarem a cauda enquanto defecam de modo a distribuir os seus excrementos por uma grande área pode ser sinónimo de marcar território bem como o que interpretamos como “bocejos” são na verdade exibições dos seus caninos gigantes destinados a afastar predadores. (Eles destacam-se por ser animais que vivem grande parte do tempo no ambiente aquático e por serem muito agressivos quando ameaçados, sendo responsáveis pela maioria das fatalidades ocorridas com animais selvagens e com humanos).


Depois destes momentos “perfumados”, retomámos o trilho tendo visto alguns macacos vervet, que são uma gracinha!


… e percorrendo a longa planície começámos a vislumbrar bem ao longe um número considerável de cegonhas a caminharem tranquilamente sem se sentirem incomodadas com uma luta desenfreada entre dois javalis.


Um pouco mais adiante vimos uma série de zebras que pareciam celebrar algo, uma quantas hienas que se deslocavam, bem como algumas girafas, alguns elandes e ainda uma família de macacos!


4º DIA – MANHÃ – SERENGETI
Como o amanhecer no seio da natureza não acontece muitas vezes nas nossas vidas, era toca a tirar partido disso! Foi uma experiência muito rica pois para além de podermos contemplar as lindas cores do início do dia, houve amiguinhos a abrilhantar o cenário: alguns hipopótamos, que tinham utilizado a noite para ir em busca de alimento e agora estavam a regressar ao seu meio aquático – rio, lago ou piscina e prosseguindo caminho encontrámos algumas famílias leoninas que estavam indecisas se haveriam de continuar “a gozar dos rendimentos” ou se estaria na hora de começar a “trabalhar”. Por mais que os animais se repitam, temos sempre capacidade de os observar e gozar esses momentos!



Olhando para um plano superior já víamos também alguns balões no ar que estavam a desfrutar também do amanhecer! Antes do nosso pequeno almoço tomado em plena natureza (precisamente no local onde no dia anterior tínhamos visto uma família de leopardos, através dos binóculos!) ainda nos apareceu uma senhora hiena!
A seguir, ao longo da incomensurável savana, um bando de cegonhas deslocavam-se oscilando entre caminhar ou a voar.
Ora bem como as horas se estavam a esgotar no parque Serengeti, alguém dos Big Five, queria voltar a surgir nas nossas vidas, para o recordarmos para todo o sempre! Então foi assim:
No cimo de uma rocha alguém “gozava dos rendimentos”: um Rei Simba! Foram momentos deslumbrantes nas nossas vidas! Todo o mundo acompanhava a imobilidade ou qualquer movimento que o amigo leão fizesse! Foi difícil abandonar o local em questão! (Sabiam que o leão é o mais alto dos felinos e tem uma vida bastante curta: vive em média 10 anos?)


Lá deixámos este local e encaminhámo-nos para o trilho, sendo que desde logo surgiram muitas zebras: uma que se deslocavam ao longo da extensíssima planície, do lado direito e esquerdo e outras que não conhecendo as regras de condução se atravessavam correndo à frente dos jipes sem qualquer receio! São momentos indescritíveis!
Ao longo do trajeto ainda vimos algumas hienas, um elande, umas leoas, uns javalis, e para nos cumprimentar e agradecer a nossa presença no parque Serengeti, surgiu um macaco e um filhote!


C’os diabos! Como se costuma dizer “o que é bom acaba depressa”! Era o que nos estava a acontecer! Ainda não tínhamos abandonado este maravilhoso local e sentíamos que podíamos iniciar esta aventura outra vez!
É difícil afirmar qual o animal que mais gostámos!!! Todos eles são adoráveis, apesar de todos terem características diferentes!
É um delírio quando nos sentimos rodeados de uma imensidão e variedade de animais que irão fazer parte para todo o sempre da nossa história de vida apesar de não os termos conseguido “caçar todos” com as máquinas fotográficas pois alguns eram vistos a uma distância difícil de captar!
Ora bem … então os famosos e fabulosos BIG FIVE são:
elefante, leão, leopardo, búfalo e rinoceronte!
(assim começaram a ser considerados por serem os cinco animais selvagens – pelo porte ou rapidez – mais difíceis de serem caçados. Tornaram-se famosos e agora são os “5 personagens” mais commumente usados por operadores de safari para anunciar oportunidades de observação de vida selvagem que todo o viajante acaba por querer contemplar!)
No entanto muitos outros grupos de 5 se poderiam juntar pois todos eles são impressionantes e dignos de serem também mencionados!
E então quem adivinha quantos dos “big boss” vimos verdadeiramente no Serengeti?
Pois… foram só 3!
Muitos leões e leoas (letra L) bem como muitos elefantes (letra E) e alguns leopardos (letra L) esquivos e difíceis de fotografar!





De acordo com a nossa experiência (nos parques Ngorongoro e Serengeti) os mais difíceis de ver foram o Sr. leopardo, seguindo-se o Sr. rinoceronte e o Sr. búfalo!
Mas ….fica a dica :
visitem a Tanzânia – Cratera Ngorongoro e Serengeti – para ver o maior número possível de animais vagueando livremente pelas planícies, e pode ser que consigam também ter a honra e o prazer de ver as 5 famosas personagens, que foi o que nos aconteceu!