


dedique 2 a 3 dias
Montréal, no sueste do Canadá, é a segunda maior cidade do país e a maior da província de Quebeque. Situa-se numa ilha no rio São Lourenço. O seu nome provém de Monte Royal, uma montanha com três colinas localizadas no centro da cidade. É uma cidade bilingue onde imperam o francês e o inglês, sendo o segundo maior município francófono do mundo a seguir a Paris.
| 1. | HORAS DE DISTÂNCIA DE OUTRAS CIDADES |
| 2. | COMO CONHECER A CIDADE a pé de bicicleta de transporte público – estações de metro – de carro |
| 3. | PONTOS DE INTERESSE |
| 4. | A NOSSA EXPERIÊNCIA |
1. HORAS DE DISTÂNCIA DE OUTRAS CIDADES
Montréal, está rodeada das principais cidades do Canadá – situa-se a:
| apenas duas horas de carro de Ottawa (capital do Canadá) |
| a duas horas e meia de Québec |
| a cinco horas de Toronto |
2. COMO CONHECER A CIDADE
Com aprazíveis ruas, grandes parques e uma cidade subterrânea (com mais de 30 km), a charmosa e encantadora Montréal é um mix, pela sua mistura de Europa e Estados Unidos. Essa grande metrópole convida visitantes a conhecer uma parte significativa da cidade a pé, de bicicleta ou de transporte público.
| A PÉ Embora seja uma cidade dispersa, há regiões que podem ser facilmente conhecidas a pé e concentram vários dos principais pontos turísticos de Montréal. Estamos a falar principalmente das regiões: Vieux-Montréal (zona antiga da cidade) e Centre-Ville (centro). |
| DE BICICLETA Entre no espírito e use a bicicleta: é um meio de transporte popular entre os moradores da cidade e muito agradável de circular. |
| DE TRANSPORTE PÚBLICO (Caso não queira caminhar muito e prefira deslocar-se utilizando o transporte público, procure hospedar-se próximo de uma estação de metro ou paragem de autocarro). Quando considerar que as distâncias são longas, utilize o transporte público: autocarro e metro. O transporte público é bom, eficiente e moderno. O Metro de Montréal é a forma mais rápida de andar pela cidade. Há quatro linhas de metro que atendem praticamente todos os principais pontos turísticos da cidade, sendo, no entanto, as linhas laranja e verde as mais úteis para esse fim. (algumas estações estão ligadas à cidade subterrânea (RÉSO) – entre outras McGill e Square Victoria). Existe um passe que permite usar o autocarro e metro (é mais rápido e menos complicado) ilimitadamente dentro do seu período de duração. Delineie os locais de interesse que quer visitar e o tempo que quer dedicar a cada zona da cidade e de acordo com isso decida se deve optar por um cartão* com uma passagem individual (é válida durante 2 horas) ou adquirir o passe de 1 ou mais dias! Nós adquirimos 1 passe para 1 dia e considerámos que foi a melhor opção. *pode ser adquirido nas estações de metro, em pontos de venda por toda a cidade ou nos autocarros (que só aceitam pagamento em moedas no valor exato, não havendo possibilidade de troco). |
ESTAÇÕES DE METRO
Aqui fica a referência a algumas estações de metro que nos conduzem a alguns locais de interesse da cidade
| Sherbrooke (linha laranja) perto do Plateau Mont-Royal mais concretamente Avenue Laval e Place Saint -Louis (2 locais com moradias de 1 piso, com escadas exteriores em espiral e muitas vezes coloridas e enfeitadas) |
| Square Victoria (linha laranja) – acesso à Cidade Subterrânea – local imperdível ou McGill (linha verde) |
| Place d’Armes (linha laranja) ou Champ-de-Mars (linha laranja) Place d’Armes: Basílica de Notre-Dame Seminário Saint Sulpice Museu do Banco de Montréal Edifício New-York-Life Edifício Aldred ir pela Rue Notre Dame Est para: Hôtel de Ville/ Câmara Place Vauquelin Museu Chateau Ramezay Place Jacques Cartier (da) Place Jacques Cartier (ao Vieux Port – 250 m- 4 minutos) Rua Saint-Paul Mercado Bonsecours Chapelle des Marins Quai de l’ Horloge Vieux Port |
| Berri –UQAM (ligação entre as linhas laranja, verde e amarela) Rua Saint Denis parte sul de Plateau-Mont-Royal rua com uma oferta muito grande – desde lojas, cafés informais, bares movimentados a restaurantes tranquilos de muitas nacionalidades… |
| Peel – (linha verde) – fica a 1,3 km – 18 min – (ou autocarro – linha 11) Miradouro/Belvédère Kondiaronk vista esplêndida de toda a cidade de Montreal |
| Viau (linha verde – 1) (no sentido de HONORÉ- BEAUGRAND) – fica a 500 m – 7 min – Estádio Olímpico |
| Côte-des-Neiges* (linha azul) (no sentido de SAINT MICHEL) ou autocarro Oratório de São José *neste caso concreto as carreiras de autocarro (mencionadas abaixo) ficam mais perto do local e o trajeto apesar de ser de um nível inferior para um superior, vai -se logo gozando o maravilhoso Oratório! autocarros 51 – 166 – 368 – 711 – Queen-Mary / Du Frère-André (ID de paragem: 53677) |
| DE CARRO estacionar em Montréal pode ser difícil e caro, por isso, após check-in feito, pondere a hipótese de deixar o carro no parque do hotel – mediante um valor – oscila entre os 20 e 40 dólares canadianos |
3. PONTOS DE INTERESSE
| PLATEAU MONT-ROYAL (O nome “Plateau-Mont-Royal” foi inspirado na região plana a nordeste do Monte Royal, a colina no centro da ilha de Montréal) bairro típico e animado, com muitas lojas, restaurantes, bares e lojas de segunda mão com moradias com fachadas coloridas, escadas exteriores, algumas em espiral Alguns dos melhores exemplos são as residências vitorianas em redor de Carré Saint-Louis. O bairro de Mile End é uma das partes mais famosas de Plateau-Mont-Royal: desde a década de 1980, Mile End é conhecido pela sua cultura como um bairro artístico, lar de artistas, músicos, escritores e cineastas. Outra parte de realce do Plateau-Mont-Royal é conhecida como “gueto McGill” devido à alta concentração de estudantes da Universidade McGill que aproveitam os apartamentos baratos da região. Os habitantes do Plateau-Mont-Royal têm por hábito frequentar o Parque La Fontaine, o maior parque da área. |

| Montréal agrega vários parques agradáveis sendo dignos de nota (entre outros): Parque La Fontaine (na zona do Plateau Mont-Royal) Parque du Mont-Royal um dos maiores símbolos de Montréal (e que possivelmente originou o nome da cidade) o Mont-Royal é um dos principais pontos turísticos da cidade O parque fica num morro, sendo um local muito arborizado (ideal para contactar com a natureza, caminhar, correr, descansar...) A maior atração do parque é o miradouro Kondiaronk (Kondiaronk Bélvèdere), que oferece uma vista panorâmica do alto do morro para a cidade e o Chalet du Mont- Royal – um edifício de pedra – (local de eventos, área de lazer e ponto de encontro entre amigos) – o acesso pode ser feito de autocarro, linha 11 ou ainda de metro– Peel – (linha verde) |
| VIEUX MONTRÉAL: é a região histórica e um dos locais mais visitados da cidade, com uma lindíssima arquitetura neogótica LOCAIS: Place d’ Armes Catedral de Notre-Dame de Montréal Seminário Saint-Sulpice Banco de Montréal e o seu Museu Edifícios New York Life (ou Banco de Québec) e Aldred Rua Notre-Dame Hôtel de Ville/ Câmara Place Vauquelin Museu Château Ramezay Place Jacques-Cartier Rua Saint Paul Mercado Bonsecours Chapelle de Notre-Dame-de-Bonsecours ou Chapelle des Marins Porto Antigo Roda Gigante Quai de l’Horloge/ Cais do Relógio |
| Place d’Armes A Place d’Armes está cercada por alguns dos marcos arquitetónicos mais notáveis de Montréal: no centro o monumento a Paul de Chomedey, a Catedral/Basílica de Notre-Dame, o Seminário Saint-Sulpice, o Museu do Banco de Montréal e os edifícios New York Life (ou Banco de Québec) e Aldred. |



| Catedral de Notre-Dame de Montréal uma das mais bonitas igrejas da América do Norte foi construída na primeira metade do século XIX (1829) é a igreja católica mais antiga de Montréal (local do casamento da heroína de Québec, Celine Dion) (fica localizada na Place d’Armes) o seu exterior tem duas torres de 70 metros de altura e uma fachada em estilo neogótico o interior é extremamente rico: tem mais de mil estrelas de ouro de 24 quilates no teto, um altar todo dourado, vitrais e um órgão de 7.000 tubos A visita ao seu interior é paga mas vale a pena! |
| Seminário Saint-Sulpice é um dos edifícios mais antigos de Montréal erguido em 1684 na Rua Notre-Dame (ao lado da Catedral de Notre-Dame) é também um dos mais antigos da América ainda utilizado para a sua finalidade original: residência dos membros da Sociedade dos Padres de São Sulpício (por mais de 325 anos) faz parte do Distrito Histórico da Velha Montréal desde 1964, foi designado monumento histórico pelo governo de Québec em 1985 e foi reconhecido em 2007 como sítio histórico nacional pelo Conselho de Locais e Monumentos Históricos do Canadá |


| Banco de Montréal e o seu Museu fundado em 1817, é a instituição bancária mais antiga do país: a imponente fachada da sua sede, de 1847, evoca o poder da Roma Antiga foi redesenhado em 1905 e tem um interior luxuoso o museu apresenta exposições de artefactos históricos, incluindo documentos, acessórios antigos e fotografias, bem como coleções de moedas antigas e uma encantadora variedade de pequenos cofres mecânicos. |
| Edifício New York Life (ou Banco de Québec) o primeiro arranha-céu de Montréal, construído em 1888, tem oito andares de altura e quando a torre do relógio foi concluída ficou com 10 andares (no momento de sua conclusão, era o edifício comercial mais alto de Montréal) é a maior biblioteca jurídica de todo o país O Edifício New York Life de Montréal funciona com escritórios de advogados e financiadores da cidade (também conhecido como Edifício do Banco de Québec) O prédio fica ao lado de outra torre de escritórios histórica, o Edifício Aldred |
| Edifício Aldred é um edifício Art déco concluído em 1931 com 96 metros de altura e 23 andares |
| Rua Notre Dame Percorrendo quase toda a extensão da ilha, a rua Notre-Dame (Rue Notre-Dame) é uma das vias mais importantes de Montréal. as partes mais interessantes ficam na Velha Montréal (Vieux Montréal) |


| Hôtel de Ville construído na década de 1870 e reconstruído após um incêndio em 1922 |
| Place Vauquelin pequena praça urbana A estátua de Jean Vauquelin é uma escultura instalada na Praça Vauquelin de Montréal em 1930: a estátua retrata um evento ocorrido durante a Batalha de Pointe-aux-Trembles, no Rio São Lourenço, em 16 de maio de 1760, durante a Guerra Francesa e Indiana. |
| Museu Château Ramezay a residência dos governadores franceses do século XVIII: agora funciona como um museu de história exibindo arte histórica, móveis e outros itens |



| Place Jacques-Cartier assim batizada em homenagem a um explorador francês do século XVI a Praça Jacques-Cartier é uma das principais e maiores praças da Vieux-Montréal foi construída no início do séc. XIX e está repleta de esplanadas de cafés (onde os visitantes podem assistir a artistas de rua e caricaturistas disputando a atenção dos turistas que passam) |
| Rua Saint-Paul a Rua St Paul (com um nome que homenageia o fundador de Montréal, Paul de Chomedey Maisonneuve) está localizada na zona de Vieux-Montréal é uma das vias mais charmosas da cidade construída em 1672 Saint Paul é a rua mais antiga da cidade e por estar numa região histórica, foi pavimentada com calçada (que se conserva no local até hoje) tem edifícios de arquitetura antiga, que dão um toque especial ao lugar abriga alguns dos seus principais marcos: o Mercado Bonsecours e a Capela de Notre-Dame-de-Bonsecours Ao longo da rua, há diversos restaurantes de qualidade, bares, cafés com mesas na rua, galerias, boutiques, além de muitas lojas de souvenirs deixe-se perder por ali e sinta a energia de Montréal |


| Mercado Bonsecours situa-se no coração da Vieux Montréal (na Rua Saint Paul) é um edifício neoclássico com uma arquitetura majestosa e com uma enorme cúpula prateada que pode ser vista de longe (a uma curta distância do mercado fica a Capela Notre-Dame-de-BonSecours) serviu como mercado de fazendeiros, teatro e por um breve período como Câmara de Montréal foi o principal mercado público de Montréal por mais de 100 anos e durante 25 anos sede da Câmara, inagurado em 1847 é considerado um dos mais belos edifícios históricos do Canadá – Sítio Histórico Nacional Ele foi ameaçado de demolição antes de ser convertido no atual complexo do mercado – pequeno centro comercial – com cafés, restaurantes, boutiques e lojas que vendem artesanato e itens de design de alta qualidade que vão desde utensílios de cozinha até jóias feitas à mão há também galerias dentro do mercado que exibem obras de artistas das Primeiras Nações e de Québec |
| Chapelle de Notre-Dame-de-Bonsecours ou Chapelle des Marins A capela de pedra mais antiga de Montréal – século XVIII reconstruída entre 1771 e 1773, ocupa o mesmo local da primeira capela de peregrinação, cujos vestígios foram recentemente descobertos à medida que o porto se expandia no século XIX, a capela tornou-se um local popular de oração para os marinheiros. (Os navios em miniatura pendurados na abóbada da capela recordam a sua fé em Notre-Dame-de-BonSecours). |


| Museu Pointe-à-Callière – Museu de Arqueologia e História traça a história de Montréal, desde os assentamentos das Primeiras Nações até a chegada dos europeus e além o museu exibe vestígios arqueológicos e arquitetónicos autênticos, incluindo partes de fortificações centenárias e um cemitério do século XVII |
| Porto Antigo/ Vieux-Port de Montréal nas margens do rio São Lourenço local turístico-recreativo de Montréal outrora um movimentado centro de embarques (o Velho Porto de Montréal foi totalmente reformado e agora é uma área de lazer popular que se estende ao longo do Rio São Lourenço) Além da marginal, o porto também abriga entre outras coisas: o Centro de Ciência de Montréal e La Grande Roue (uma roda-gigante) também é um ponto de partida para passeios de barco no rio São Lourenço |


| CENTRE VILLE um ponto movimentado para compradores, funcionários de escritório e estudantes das universidades McGill e Concordia Rue Sainte Catherine cadeias de lojas e centros comerciais Place des Arts é o maior complexo cultural da cidade de Montréal é a sede de importantes organizações culturais da cidade como: a Orquestra Sinfónica de Montréal, Les Grandes Ballets Canadiens, e a Ópera de Montréal Rue Crescent conhecida pelos bares movimentados (é uma rua no sentido sul no centro de Montreal, correndo perpendicularmente à Saint Catherine, Crescent Street desce da Sherbrooke Street ao sul até o René Lévesque Boulevard). é uma atração popular para turistas e moradores locais Museu de Belas-Artes de Montréal com obras de vários séculos e as exposições sobre a história da cidade no Museu McCord Chinatown a Chinatown de Montréal foi fundada no final do século XIX com a chegada de imigrantes chineses do oeste do Canadá que vieram trabalhar na Canadian Pacific Railway para além de portas tradicionais, o distrito oferece uma ampla seleção de restaurantes asiáticos, mercados de produtos alimentares e lojas que vendem artesanato tradicional e souvenirs |
| International Quartier região modelo de inovação em arquitetura e design na cidade, além de servir como palco para atividades culturais. |
| Quartier des Spectacles onde o entretenimento da cidade acontece as suas inúmeras atrações e espetáculos em cartaz é comparável à Broadway. |
| CIDADE SUBTERRÂNEA Ville Souterraine, Underground City ou RÉSO (homónimo da palavra francesa réseau) também conhecida como cidade interna (indoor city ou ville intérieure), é vista como a maior cidade subterrânea a nível de funcionalidades, apesar de não ser a maior em extensão: cerca de 32 km, a de Toronto tem cerca de 37km, assim: a maior do mundo em extensão de túneis Túneis subterrâneos ligam shoppings (mais de 1700 lojas), hotéis, cinemas, teatros, escritórios, museus, bancos, praças de alimentação, universidades e várias estações de metro (10) , servindo como um refúgio quente durante os invernos rigorosos da cidade (cerca de meio milhão de pessoas utilizam o lugar todos os dias) funciona apenas para pedestres Fazem parte do complexo: Eaton Centre, Place Montreal Trust, Place Ville-Marie e Cours Mont-Royal O maior e mais conhecido segmento está localizado no centro da cidade, delimitado pelas estações McGill e Place des Arts na linha verde e entre as estações Lucien-L’Allier e Place -d’Armes na linha laranja. |


| ESTÁDIO OLÍMPICO desenhado pelo arquiteto francês Roger Taillibert e construído para os Jogos Olímpicos de Verão 1976, o estádio é um dos maiores locais fechados em Montréal que comportam eventos (tem capacidade para 56.000 pessoas) e tornou-se um dos símbolos da cidade por causa do seu design moderno: a imagem do estádio e da Torre de Montréal, ambas no Parque Olímpico, é um dos cartões-postais da cidade. |
| ORATÓRIO DE SÃO JOSÉ Basílica Católica Romana situada na ladeira norte do Monte Royal em homenagem a José de Nazaré, conhecido como São José (esposo de Maria de Nazaré e o pai adotivo de Jesus, segundo o Novo Testamento) é a maior igreja de todo o Canadá surpreende pelo tamanho gigantesco: a basílica tem 105 metros de comprimento e a nave 37 metros de altura A sua cúpula é a 2ª maior desse tipo do mundo (sendo apenas ultrapassada pela Basílica de São Pedro no Vaticano, Roma) começou por ser uma pequena capela em 1904 foi ampliada para igreja em 1917 e em 1924 foi dado início à construção da basílica tendo ficado completamente finalizada em 1967 a sua construção passou por diversas etapas antes de atingir a grandiosidade que hoje possui o acabamento exterior apresenta um estilo renascentista italiano acompanhado de toques modernistas paredes cobertas por granito, 4 colunas em estilo coríntio e cúpula revestida de cobre o terraço oferece uma vista muito bonita da cidade, em dias limpos |


4. A NOSSA EXPERIÊNCIA
1º DIA – MANHÃ
| TRAJETO Kingston – Montréal 290 km – 3h 10 min |
Montréal significou, para nós, a primeira cidade verdadeiramente dita (pois já tínhamos ido a Niagara Falls, mas esse local pouco mais representou que as Cataratas).
Como temos sempre por hábito fazer estudo e pesquisa antes da viagem, quando chegamos ao local em causa, queremos muito começar a explorar algo real!
Tendo pernoitado em Kingston tínhamos 290 quilómetros (o que representava mais de 3 horas) pela frente para atingir Montréal. Chegámos lá por volta do meio-dia.
TARDE
| Vieux Montréal: Place Royale, Place d’Youville, Place d’Armes, Rua Notre-Dame, Hôtel de Ville, Place Jauquelin, Place Jacques-Cartier, Rua Saint-Paul e Mercado Bonsecours |
| Parque Olímpico: Estádio Olímpico Elevador e Torre |
| Oratório de São José |
| Chinatown |
De acordo com pesquisas feitas, ponderámos almoçar no restaurante Bistro L’ Arrivage no 2º andar do Museu Pointe-a-Callière, (Museu de Arqueologia e História de Montréal) por oferecer uma vista deslumbrante para a zona do porto, na Place Royale.

Pedimos ao Google Maps que nos levasse ao parque de estacionamento mais perto do local. Assim aconteceu, sendo que é necessário irmos preparados para gastar uns dólares canadianos significativos, pois todos os parques são pagos.
Era então importante tentar gerir o tempo do estacionamento e desbravar o que a cidade tinha para oferecer naquela zona. Assim fizemos: saímos da Place Royale passámos pela Place D’Youville, tendo ido depois até à Place d’ Armes destacando-se (no centro) o monumento a Paul de Chomedey (Sieur de Maisonneuve), a Basílica de Notre-Dame e uma série de edifícios interessantes, entre eles o Museu do Banco de Montréal e os edifícios New York Life (ou Banco de Québec) e Aldred.




Fomos depois ao longo da Rua Notre-Dame Est tendo passado no Boulevard Saint-Laurent, na Place Vauquelin, no Hôtel de Ville, no cimo da Place Jacques-Cartier que se estende numa área bastante grande (chegando à Rue Saint Paul na downtown) e o Château Ramezay (museu).



Depois dirigimo-nos para uma rua pedonal e vibrante – Rue Saint Paul, considerada uma das vias mais bonitas da cidade. Repleta de lojas, bares, restaurantes, lojas de souvenirs, bem como a Capela de Notre-Dame-de-Bonsecours e o famoso e imponente Mercado Bonsecours, que funciona como um centro comercial, repleto de uma imensidão de lojas com uma variedade incrível.






Por volta das quatro da tarde pegámos no carro para nos dirigirmos para o Estádio Olímpico, tendo 2 aspetos em linha de conta: observá-lo e subir à sua sui generis torre (mas estava fechada para restauro).


Saímos daí às 17h para uma zona alta da cidade com a intenção de visitar o Oratório de S. José e daí observar a cidade. Chegámos lá por volta das 17.30 e dedicámos-lhe cerca de 45 min. Tínhamos posto a hipótese de estacionar o carro no Mont-Royal Parking e irmos, desde logo, ao Bélvèdere Kondiaronk, mas fomos obrigados a desistir da ideia pois estava a decorrer uma maratona nessa zona.






A seguir dirigimo-nos para o Hotel – Best Western Plus Hotel Montréal – localizado na Rue Sainte-Catherine – para realizar o check-in e saber onde poderíamos estacionar o carro. Foi-nos dito que a alternativa era deixarmo-lo na garagem do hotel mediante o pagamento de uma quantia!
Como estávamos relativamente perto da Chinatown, por ali deambulámos, tendo acabado por jantar num dos muitos restaurantes ao dispor – um vietnamita, pois o sugerido pelo hotel – um chinês, nesse dia teve que fechar mais cedo, tendo assim impossibilitado essa experiência!
2º DIA – MANHÃ
| Plateau Mont-Royal: Avenue Laval e Place Saint Louis Rue Saint Denis |
| Cidade Subterrânea |
Apesar do tempo não estar muito apelativo (de chuva) e como o (bairro) Plateau Mont-Royal não ficava muito distante do nosso hotel, começámos a manhã por essa zona descontraída – um bairro jovem e estudantil com ruas repletas de moradias encantadoras, mais concretamente na Avenue Laval e Place Saint-Louis. As casas caracterizam-se por terem um ou 2 pisos, muitas vezes coloridas e enfeitadas, com escadas exteriores, algumas em espiral. As mais interessantes residências vitorianas que vimos foi em redor de Carré Saint-Louis.



Depois apanhámos o metro na estação de Sherbrooke – tendo comprado um cartão para 1 dia – e descemos na Square Victoria, representando essa estação o melhor local para ter contacto com a Cidade Subterrânea. Como estava a chover aproveitámos a ocasião para a visitar. É algo imperdível estando em Montréal, esteja frio, calor, chuva, a nevar… pois é algo único no mundo!




Depois fomos de metro até à estação de Berri – UQAM. Dirigimo-nos para a Rue Saint-Denis, na parte sul do Plateau-Mont-Royal (conta com diversas estações de metro – por ex: Berri – UQAM e pontos de autocarro) onde acabámos por almoçar, no restaurante Omnivore – rua com uma oferta muito grande – desde cafés informais, bares movimentados a restaurantes tranquilos de muitas nacionalidades incluindo a portuguesa – 3 Amigos.



TARDE
| Place d’ Armes: Basílica de Notre-Dame (interior); Seminário Saint Sulpice |
| Vieux Port: Chapelle des Marins, Quai de L’ Orloge e Roda Gigante. |
| Champs-de-Mars; Chinatown |
Apanhámos o metro e fomos até à estação Place d’ Armes para nos dirigirmos precisamente até à Place d’ Armes para visitar o interior da Basílica de Notre Dame, uma vez que é de uma beleza e riqueza estonteante, tendo dado, também, atenção ao Seminário Saint- Sulpice que fica imediatamente a seguir à Basílica.



Fomos novamente pela Rue Notre-Dame no sentido da Place Jacques-Cartier tendo-a descido para alcançar a zona do Vieux-Port – Chapelle des Marins, a zona do Quai de L’ Orloge e da Roda Gigante.




Era também nossa intenção ir ao Belvédère Kondiaronk mas como o dia estava chuvoso, não permitiria apreciar e ver a magnificência da cidade de um plano alto.
Tendo abortado essa opção, acabámos por ir ao Champ-de-Mars e depois para a zona da Chinatown. Fomos ao hotel descansar um pouco e depois fomos de uber até à Rue Saint Paul para jantarmos no restaurante L’Usine de Spaghetti. Depois ainda tirámos partido durante algum tempo do facto de estarmos numa área com animação. Utilizámos o metro para regressar ao hotel e só nos restava descansar para no dia seguinte enfrentar mais um percurso para alcançar a cidade de Québec.



Estava cumprida a primeira cidade, tendo ultrapassado as nossas expectativas, mas mais esperavam por nós!

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