

dedique 2 a 3 dias
(incluindo as Cataratas de Montmorency)
A cidade de Québec situa-se no leste do Canadá, na margem norte do Rio São Lourenço, na província canadiana de Québec, onde a maioria da população fala francês. A sua herança, arquitetura e idioma francês tornam-na uma cidade europeia fascinante.
Na outra margem do Rio São Lourenço, está a cidade de Lévis com características completamente diferentes de Québec: é uma cidade industrial, sem o charme e a beleza da sua vizinha, oferecendo, no entanto, algo a não perder: uma vista privilegiada para Québec, dando especial realce ao Château Frontenac.
| 1. CLIMA |
| 2. PONTOS DE INTERESSE |
| 3. ESTACIONAMENTO NA CIDADE DE QUÉBEC |
| 4. A NOSSA EXPERIÊNCIA |
1. CLIMA
O clima da cidade de Québec é temperado com temperaturas amenas no verão mas muito baixas no fim do outono e inverno, mais concretamente negativas! (Nós estivemos lá na última semana de setembro e apanhámos um tempo muito agradável – mas apesar disso, relativamente às outras cidades que visitámos – Montréal, Ottawa e Toronto – a cidade de Québec foi a que apresentou temperaturas mais baixas!)
2. PONTOS DE INTERESSE
A cidade está dividida principalmente em duas partes:
A zona alta (haute-ville ou uptown ) e a zona baixa (basse-ville ou downtown), separadas por uma colina muito inclinada, as quais se encontram ligadas por um funicular e/ou por 2 escadarias.
HAUTE VILLE ou UPTOWN
| Château Frontenac Hotel o edifício icónico da cidade sendo a sua localização um dos maiores destaques: no alto de uma colina na cidade é particularmente impressionante e causa um grande impacto com o seu charme autêntico inspirado nos clássicos châteaux (castelos) franceses. diz-se que é o hotel mais fotografado do mundo (tem também uma forte conotação histórica, uma vez que Winston Churchill e Franklin Roosevelt foram ali para participar em 2 conferências em 1943 e 1944). é considerado Património Mundial da UNESCO (Visitas guiadas em inglês e em francês) Ele foi construído pela Canadian Pacific Railway, aquando da construção da ferrovia Vancouver-Montréal. Como o trajeto levava pelo menos cinco dias, este hotel servia como um ponto de descanso para os viajantes Ao longo do trajeto da ferrovia, vários outros hotéis foram construídos, tendo sido este o que mais se destacou. Como chegar ao Château de Frontenac: transporte público: autocarro – há uma estação de autocarro que pára em frente ao hotel carro funicular ou a pé Terraço Dufferin passadeira de madeira ao pé do castelo com vistas para o rio São Lourenço e para a cidade baixa, fazendo o luxuoso Hotel Frontenac também parte do cenário Monumento Samuel de Champlain (desde 1898) localizado no Terraço Dufferin perto do Château Frontenac, este monumento é dedicado a Samuel de Champlain, fundador da cidade de Québec Edifício dos Correios O edifício Louis S. St-Laurent foi construído no final do século XIX para abrigar o posto dos correios em Québec. Foi reformado 150 anos mais tarde, tenho ganho mais um andar, uma fachada diferente e uma cúpula que pode ser vista de vários pontos do centro histórico. É um edifício importante e característico da cidade, considerado um Edifício Histórico Nacional. Fica em frente ao Parque Montmorency e próximo do Château Frontenac. Place de l’Hôtel de Ville e Hôtel de Ville sede do governo local na cidade de Québec foi inaugurado em 15 de setembro de 1896 O edifício é inclinado para baixo, pois foi construído numa colina (já abrigou o Colégio dos Jesuítas entre 1730 e 1878) Catedral de Notre-Dame está localizada em frente ao Hôtel de Ville o mais antigo templo católico no Canadá e a primeira igreja do país elevada ao nível de basílica menor classificada como “Monumento Histórico Nacional do Canadá” pela sua arquitetura notável (vale a pena visitar tanto o seu exterior como o seu interior) Catedral da Santíssima Trindade (Rue des Jardins) primeira catedral anglicana construída fora das Ilhas Britânicas. Cidadela complexo com forte antigo ativo, museu e cerimónias do render da guarda Construída entre 1820 e 1850 para proteger a cidade dos americanos, rapidamente se tornou o maior forte britânico na América do Norte há visitas guiadas à cidadela todo o ano aprende-se a história militar da cidade e a tomada do Québec pelas forças britânicas como a cidadela continua a ser uma base militar ativa não se pode caminhar por lá sozinhos Do passadiço coberto, desfruta-se de uma bela vista do Château Frontenac e do rio São Lourenço Parque “Plains of Abraham” As Planícies de Abraão, também conhecidas como Parque dos Campos de Batalha (cenário da famosa batalha de 1759 entre os impérios britânico e francês) são um local altamente simbólico Atualmente, as Planícies de Abraão são um grande parque, o pulmão verde da cidade sendo o local ideal para passear na cidade de Québec Oferece uma vista particularmente bela do rio São Lourenço No verão, as planícies transformam-se numa “gigantesca sala de concertos” onde atuam as maiores estrelas de todo o mundo, como por exemplo os Rolling Stones, Céline Dion, Madonna e Elton John. Observatório da Capital para desfrutar de uma vista de 360° Situa-se no último andar do edifício Marie-Guyart, na Colina do Parlamento. Um elevador transporta-nos a 221 metros acima do nível do mar obtendo-se uma vista deslumbrante sobre o rio, a Cidadela, as planícies de Abraão e a Île d’Orléans |


BASSE VILLE ou DOWNTOWN
| Quartier Petit Champlain é um local completamente imperdível na cidade de Québec é considerado o mais antigo bairro comercial da América do Norte é conhecido pela sua beleza arquitetónica e ofertas comerciais originais: ruas pedonais estreitas e casas típicas com muitas lojas de artesanato, bem como numerosos bares e restaurantes. É também um local repleto de uma história fascinante, começando pela sua fundação, que remonta aos tempos da colonização, culminando na sua restauração inovadora (na) Place Royale/Praça Real o local francês mais antigo da América do Norte (situa-se a ) Igreja de Notre-Dame-des-Victoires no centro da Place Royale a mais antiga igreja de pedra Mural da Cidade – La Fresque de Québécois (na Rue de Notre Dame) inaugurado em 1999, esse mural é uma obra de arte urbana única que conta a longa história da cidade de Québec Museu da Civilização exposições sobre sociedades do mundo antigo e atual, como as Primeiras Nações, a Nova França e o Québec (distrito) moderno. Praça da FAO – “Food and Agriculture Organization“ encontra-se na interseção das ruas St-Paul, St-Pierre e Sault-au-Matelot foi inaugurada em 1995 comemoração aos 50 anos da fundação da FAO, que aconteceu em Québec O atrativo principal da praça é a fonte-escultura ‘La Vivrière’: uma mistura de proa de navio com uma figura feminina que carrega nos seus braços comidas de todos os continentes. Ela simboliza a generosidade, a abundância e a fertilidade. A construção da praça naquele local teve também como objetivo transformar um pouco o ambiente daquela parte do centro histórico, antes dominada pelo movimento de automóveis, tornando-se como praça pedonal mais apelativa a comerciantes e turistas Também tem presença marcante na Praça da FAO o piso de paralelepípedos brancos e pretos formando ondas, lembrando o papel do rio São Lourenço na fundação e desenvolvimento da cidade Porto Antigo Travessia de barco – Québec-Lévis (10 Des Traversiers St.) https://www.quebec-cite.com/en/what-to-do-quebec-city/quebec-city-levis-ferry A pouco menos de um quilómetro, a travessia Quebec-Lévis liga as margens norte e sul do rio São Lourenço. Centenas de pessoas usam o ferry entre Québec e Lévis todos os dias mas …pode não ser apenas um meio de transporte: pode ser uma forma descontraída, económica e acessível de observar a cidade de Québec: oferece um vista espetacular e especial da cidade Alta e Baixa ou Cruzeiro no rio São Lourenço (convém reservar com antecedência) há vários cruzeiros à escolha, sendo que todos eles seguem sensivelmente o mesmo percurso: oferecem um soberbo panorama do Château Frontenac, das fortificações, das Cataratas de Montmorency e da Île d’Orléans. (partem do Quai Chouinard) |


PARA ALÉM DA HAUTE E BASSE VILLE
| Grande Allée avenida principal de acesso à cidade com vários quilómetros sendo a sua parte principal ao nível das muralhas e portões, que se continua com a Rue Saint Louis; é uma avenida famosa – traçada no séc. XVII e apelidada de “Les Champs Elysées” de Quebéc 200 anos mais tarde foi durante muito tempo o local de residência de uma parte importante da burguesia da capital Edifício do Parlamento e seus jardins situam-se na Grand Allée o Edifício do Parlamento é a sede da Assembleia Nacional do Québec fica situado numa colina, e está rodeado por 23 estátuas representando figuras históricas e com uma grande fonte no centro Rue Saint Louis é uma das ruas mais antigas da cidade de Québec delimitada por uma série de edifícios que fazem parte do património cultural |
COMO SE DESLOCAR ENTRE A DOWNTOWN E UPTOWN
| pode-se ir da downtown para a uptown: |
| de funicular – na Rue Sous-le-Fort /16 rue du Petit-Champlain – basse ville – para o Terrasse Dufferin – haute ville (o funicular liga as 2 partes da cidade) ou pelas Escalier Casse-Cou através das quais se alcança o Côte de la Montagne e depois faz-se o resto a pé podendo um pouco mais acima fazer as escadas (que ficam à esquerda) e assim alcançar desde logo o Terrasse Dufferin ou ir em frente, passar no emblemático edifício dos Correios (Saint Laurent), fazer a rue Port Dauphin e rue du Fort e assim se alcança o Terrasse Dufferin e Château Frontenac ( é interessante das 2 maneiras ) |
MUSEUS
Quem gostar e tiver tempo, tem alguns museus ao dispor (para além do mencionado acima: Museu da Civilização)
| Museu Nacional de Belas Artes do Québec (localizado no centro do Parque Planícies de AbraãoP) está dividido em 3 edifícios (um deles, é uma antiga prisão da cidade que funcionou entre 1867 a 1970) apresenta exposições permanentes e temporárias com destaque para obras de artistas canadianos |
| Centro Morrin local da 1ª prisão da cidade de Québec (há mais de 200 anos) podem-se visitar as antigas celas abriga uma das mais belas bibliotecas do mundo |
| Museu das Ursulinas apresenta as origens da instituição e a história das freiras; é um museu de arte e história cuja missão é preservar e apresentar o rico património da mais antiga ordem docente da província, com sede na cidade de Québec desde 1639. |
| Museu do Forte localizado em frente ao famoso Château Frontenac apresenta um espetáculo original de som e luz sobre a história militar da cidade |
3. ESTACIONAMENTO NA CIDADE DE QUÉBEC
Tendo feito pesquisa antes da viagem concluímos que seria aconselhável escolher uma zona de estacionamento favorável à visita da maior parte dos locais de interesse (pois não é fácil arranjar local onde estacionar sem ser pago). Os links abaixo poderão ajudar a entender a localização dos melhores parques para o efeito.
| https://www.quebec-cite.com/en/plan-your-trip-quebec-city/parkings-downtown |
| https://www.ville.quebec.qc.ca/en/citoyens/stationnement/liste_stationnements.aspx#vieuxquebec |
4. A NOSSA EXPERIÊNCIA
| TRAJETO Montréal – Québec – 260 km – 3h |
1º DIA – MANHÃ
TRAJETO para QUÉBEC e CIDADE DE QUÉBEC
Aí íamos nós enfrentar mais um desafio! Alcançar a cidade de Québec, mas desfrutando de uma paisagem descontraída, com árvores já com cores outonais e observando carros pesados espetaculares com características diferentes dos habituais. Perto da cidade de Québec começámos a ter a presença do rio São Lourenço, o que abrilhantava ainda mais a nossa viagem. Chegados ao local queríamos muito libertarmo-nos da viatura e começar a explorar algo que se revelava espetacular!
Estacionámos, então, no parque da Rue Saint Paul (parque pago) – cerca de 20 CAD – 13.3€ – para 24h – pois compensava mais!
O QUE NOS ESPERAVA!
| Downtown: Rue Saint-Paul Fonte Escultura – La Vivrière na Praça da FAO Rue du Sault-au-Matelot Rue de Notre-Dame – La Fresque de Québécois (Mural de Québec) |
| Uptown: Terrasse Dufferin Château Frontenac Cidadela Planícies de Abraão |
| Para além da uptown e uptown: Grand Allée Assembleia Nacional, os seus jardins, Estátuas e uma Fonte Rue Saint Louis |
FIM DA MANHÃ …
… era toca a começar a “trabalhar”!
Fizemos a Rue Saint-Paul (repleta de bares, restaurantes e lojas) e na confluência com a Rue St Pierre e a Rue du Sault-au-Matelot, estava a Praça FAO com a Fonte-Escultura La Vivrière. Após termos registado fotograficamente a fonte, caminhámos ao longo da Rue du Sault-au-Matelot (com uma oferta semelhante à Rue Saint Paul), e aí dirigimo-nos para a zona da Rue de Notre Dame. Ficámos de queixo caído perante o Mural da Cidade – La Fresque de Québécois.


Começámos depois a fazer a subida de Côte de la Montagne: olhando para baixo via-se em primeiro plano a Rue de Notre Dame e o Mural e dirigindo os nossos olhares para um plano ainda mais inferior fomos confrontados com o bairro Petit Champlain, o rio São Lourenço (no qual há sempre cruzeiros acostados) e a cidade de Lévis na outra margem.


Olhando para cima vislumbrava-se lá bem no alto o Château Frontenac. Passámos ao pé do singular Edifício dos Correios (edifício Louis S. St-Laurent).


A nossa intenção era com tudo isso alcançar a Rue du Fort para almoçar no restaurante Le Chic Shak, o qual entre outros pratos tinha o famoso poutine – mais do que uma variante – prato típico de Québec. Gostámos muito da experiência! A seguir, o ícone da cidade esperava por nós! Como se entende muito bem porque é que o Château Frontenac seja o hotel mais fotografado do mundo!


Em frente ao Château Frontenac está o Terraço Dufferin, que é um vasto espaço pedestre com pavimento em madeira. Deixámo-nos deambular por lá, tendo, no entanto, dificuldade em saber para onde dirigir o olhar, uma vez que tudo em nosso redor era mágico:

o Château, toda a praça envolvente com a estátua de Samuel de Champlain,


ou ainda uma vista panorâmica para o rio São Lourenço, Lévis (localidade do outro lado do rio), para a basse ville de Québec e para a Île d’Orléans.

Apesar de não apetecer sair dali, muito mais esperava por nós. Fomos ainda gozando o Terraço até alcançarmos uma escadaria (tendo o Château ficado nas nossas costas) que para além de nos conduzir à Cidadela e Planícies de Abraão, oferecia a mesma panorâmica descrita anteriormente mas de um nível superior.


Fomos caminhando ao longo das muralhas da Cidadela, que ficavam do lado direito, tendo do nosso lado esquerdo as Planícies de Abraão a perder de vista. Seguindo em frente encaminhámo-nos para as Muralhas e para os respetivos Portões, tendo assim alcançado a Grand Allée e gozado essa zona, passando isso por termos contemplado a Assembleia Nacional, os seus jardins, Estátuas e uma Fonte.




Depois fizemos a Rue Saint Louis, para gozar o seu ambiente e para nos encaminharmos para onde iríamos jantar, tendo voltado a passar na Fonte-Escultura La Vivrière.


Experimentámos iguarias italianas no restaurante Mattó na rue du Sault-au-Matelot. Gostámos da experiência.
2º DIA – MANHÃ
| Downtown/Basse Ville: Rue de Notre-Dame e La Fresque de Québécois; Place Royale e Eglise Notre-Dame-des-Victoires; Quartier Petit Champlain e Rue Sous-le-Fort |
| Uptown/Haute Ville: Catedral de Notre-Dame e Hôtel de Ville /Câmara Municipal, Catedral da Santíssima Trindade, Château Frontenac, Terrasse Dufferin e Montmorency Park |
Bom… como tínhamos estacionamento pago para 24h no parque da Rue Saint Paul, aí nos libertámos do carro para continuar a explorar a linda cidade de Québec. Iríamos começar a nossa manhã pela basse ville, mais concretamente na Rue de Notre-Dame e contemplar mais de perto La Fresque de Québécois (retrata a história da cidade através dos olhos de algumas das suas maiores figuras),



prosseguindo para a Place Royale – local pitoresco pelos edifícios e por apresentar a mais antiga igreja de pedra – a Eglise Notre-Dame-des-Victoires.




Continuando por aí atinge-se algo imperdível em Québec: o bairro Petit-Champlain: um recanto cuidadosamente preservado com antigos edifícios de pedra, trazido à vida por comerciantes e residentes. É uma pequena zona comercial na cidade de Québec, de ruas estreitas pedestres, repleto de lojas de souvenirs, de artesanato, galerias de arte, restaurantes e bares.





Fizemos, então, a Rue du Petit-Champlain e a Rue Sous-le-Fort (rua de acesso ao funicular). Ficámos um pouco indecisos – fazer o percurso de funicular até ao Terrasse Dufferin ou a pé. Como o tempo estava bom acabámos por optar pela 2ª hipótese! Fomos subindo os degraus da Escalier Casse-Cou e de quando em vez parávamos para gozar a Rue du Petit-Champlain vista de um plano superior e também a oferta de lojas ao longo dos degraus.



Chegando ao topo da Escada, alcançou-se o Côte de la Montagne

com a intenção de ir de novo à haute ville representando isso o Terrasse Dufferin, o Château Frontenac bem como a Catedral de Notre-Dame, o Hôtel de Ville e a Catedral da Santíssima Trindade.





Após esses momentos decidimos descer as escadas a partir do Terrasse Dufferin e fomos ao Montmorency Park donde se obtinha uma vista deslumbrante para a haute ville e para a basse ville, nela incluindo o rio São Lourenço.
Com tudo isto estava na hora de reconfortar o estômago! Começámos a fazer a descida do Côte de la Montagne e no dia anterior já tínhamos ficado de olho no restaurante Louise que se situava na Rue Saint Paul, não muito longe do parque onde tínhamos deixado o carro. Gostámos do espaço bem como das iguarias.
TARDE
LÉVIS (de ferry); CATARATAS DE MONTMORENCY; QUÉBEC
Após o almoço dirigimo-nos para a zona do porto com o intuito de fazer a travessia de ferry – Québec-Lévis para ver a cidade de Québec, incluindo isso o Château Frontenac bem no cimo da colina e o Cap Diamant (cabo na orla do Promontório de Quebéc, no qual está localizada a cidade de Québec, formado pela confluência de uma curva do Rio São Lourenço ao sul e ao leste, e o Rio Saint-Charles ao norte) em todo o seu esplendor. Ao longo do trajeto maravilhámo-nos com a paisagem oferecida. Foi muito interessante. É uma das melhores vistas que se tem da cidade.


Mas …. o nosso dia ainda iria ter mais momentos altos. Como já tínhamos ficado com uma ideia bastante razoável da cidade de Quebéc, decidimos dedicar o resto da tarde (cerca de 2 horas) às Cataratas de Montmorency. Estando na cidade de Québec é algo imperdível pois para além de serem deslumbrantes, situam-se a poucos quilómetros (cerca de 12km).


E para acabar em beleza os nossos momentos na esplendorosa cidade de Québec, voltámos ao bairro de Petit-Champlain, tendo-o gozado com uma iluminação diferente. Jantámos no restaurante Va Bene na Rue Sous-le-Fort. Foi uma experiência gastronómica italiana muito sui generis. Fomos convidados a ir assistir à confeção de um dos pratos – Tagliolini Alfredo flambé au brandy Veccchia Romagna dans une meule de Parmigiano Reggiano, pois uma parte dele era feito dentro de um queijo parmigiano.
É sempre difícil “virar as costas” a algo que nos agrada! Mais… qu’est ce qu’il faut faire? (mas … que fazer?) Vamos acreditar que foi a 1ª vez mas não a última!
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