



TURQUIA EM 13 DIAS – ISTAMBUL E ANATÓLIA
A Turquia tem muito para oferecer! Deste país magnífico só conhecíamos a cidade de Istambul. Decidimos desta vez rever a magnífica e única cidade do mundo que tem assento na Europa e na Ásia, bem como desbravar alguns locais icónicos da Anatólia, num país que se estende numa área bastante considerável.
Aqui está o esquema do nosso circuito pela Turquia – (de 18 a 30 de abril)


DORMIDAS
| 3 | em ISTAMBUL |
| 1 | em ANCARA |
| 3 | em GÖREME (Capadócia) |
| 1 | em KONYA |
| 1 | em PAMUKKALE |
| 1 | em PÉRGAMO (Bergama) |
| 1 | em ÇANAKKALE |
| 1 | PERTO DO AEROPORTO |
Representando Istambul a 4ª vez para nós, considerámos a hipótese de fazer um pouco aquilo que nos apetecia: rever ou conhecer de uma forma mais descontraída. Para começar desde logo a gozar o deslumbrante Estreito do Bósforo, ficámos no Metropolitan Hotels Bosphorus – Special Category (3 noites e não foi demasiado).
É claro que há locais que fazem sempre parte da lista: a Mesquita Azul, a Mesquita Süleymaniye, a Praça Taksim, o Grande Bazar, o Bazar das Especiarias ou Egípcio, a Torre e Ponte Gálata.















Para além disso queríamos explorar o Bairro Balat, conhecido pelas suas casas coloridas que nos faz aterrar em Notting Hill (Londres) ou no Bairro Irala em Bilbau.

Mas … mais 2 momentos maravilhosos fariam parte da nossa experiência: um cruzeiro ao longo do Bósforo e ainda uma ida de ferry a uma das Ilhas dos Príncipes – Büyukada.
Ora aí vamos nós!
ISTAMBUL – 3 DIAS
1º DIA – FIM DE TARDE
Fizemos um voo direto Lisboa – Istambul, que chegou pelas 17 horas. Após isso ainda tivemos o transfer do aeroporto para o hotel (previamente reservado) que demorou quase 1 hora. Mesmo assim ainda conseguimos fazer uma escadaria, (mesmo à saída do hotel) repleta de encantadores gatos, e seguir por umas ruas para atingir a célebre Istiklal Caddesi (rua Istiklal), gozar o ambiente que ali se vivia e jantar próximo da Praça Taksim.


2º DIA
Pela manhã apanhámos o elétrico *( que tinha 1 paragem quase em frente ao nosso hotel) e seguimos até à zona de Sultanahamet: Hagia Sophia, Mesquita Azul e Hipódromo.
*P.S. Os meios de transporte em Istambul são baratos e eficientes. Vale a pena comprar o IstanbulCard e carregar sempre que quiser, com o número de viagens que necessitar. À venda nas máquinas em qualquer paragem de elétrico, autocarro ou metro. Se forem viagens isoladas pode-se usar o cartão de débito ou crédito para permitir a entrada (embora o custo seja mais elevado).






Depois seguimos a pé até ao Grande Bazar


e à Mesquita Sülemaniye (a maior da cidade).



Almoçámos no Sultanamet 360 Panorama Restaurant com vista panorâmica sobre a zona de Sultanahamet: deslumbrante!
Pelas 17h encaminhámo-nos para Kabatas (com passagem pelo nosso hotel) a fim de iniciarmos um cruzeiro no Bósforo (que tínhamos reservado antecipadamente).




Após esses momentos fabulosos queríamos acabar o dia com um repasto interessante e então escolhemos a zona animada de Tophane. Gostámos da experiência no pequeno restaurante Kikirik.
3º DIA
Aí íamos nós “trabalhar” outra vez! Apanhámos o elétrico no mesmo sentido, passámos novamente na Ponte Gálata e desembarcámos logo a seguir para ir a um local mítico: a Gare do Expresso do Oriente.


A seguir visitámos o Bazar das Especiarias (ou Bazar Egípcio).


Em seguida apanhámos o barco no porto Eminönü Turyol para as Ilhas dos Príncipes (no Mar de Mármara), mais concretamente para a maior delas – a Büyükada, onde almoçámos num dos muitos restaurantes que serviam peixe grelhado.
Depois fizemos um passeio de autocarro pela ilha (é só carregar o IstanbulCard – tente saber quanto custa ida e volta) tendo chegado até ao Luna Park Restaurant. Nessa zona fizemos uma caminhada gozando ao longo dela de uma paisagem deslumbrante.




Regressámos a Istambul no barco das 16h (demorava cerca de 1h e 30m) pois tínhamos planeado subir à Torre Gálata mas como a fila era gigantesca, mudámos os planos e fomos visitar os bairros de Fener e Balat (acessíveis facilmente com o elétrico que passa em frente do Bazar das Especiarias). São bairros muito animados, conhecidos pelas fachadas coloridas das suas casas

e pela Igreja de Ferro, com grande oferta de restauração.


A nível de iguarias talvez tenha sido um dos locais que mais gostámos em Istambul – Old Balat Café & Kitchen.
4º DIA – MANHÃ – ISTAMBUL
Lá conseguimos ir visitar tranquilamente a Torre Gálata e desfrutar da vista mais deslumbrante de Istambul!






Depois fizemos a Büyük Caddesi (rua) com 2 intenções: de gozar a Torre Gálata na sua plenitude lá no cimo (olhando para trás)



e de alcançar a Istiklal Caddesi (hoje de dia) e chegar à Praça Taksim. Tomámos um chá numa esplanada com vista para a majestosa Mesquita e Praça.
A seguir apanhámos o metro (M2) e saímos na estação Haliç, que fica a meio da Ponte do Metro sobre o Corno de Ouro. Depois fomos gozando toda a envolvência num passadiço até alcançarmos a Ponte Gálata,

onde almoçámos num dos muitos restaurantes de peixe que se encontram sob o tabuleiro da ponte. Foi uma das melhores refeições (peixe e camarão), acompanhada de vinho turco.
De seguida passámos pelo hotel para recolher a bagagem e fomos de táxi para a estação de comboios para apanhar o TGV com destino a Ancara.
P.S. acerca de ISTAMBUL – Se tiver tempo pode ir de ferry à parte asiática, visitar o Palácio Topkapi, o Palácio Dolmabahçe, a Cisterna da Basílica ou de Philoxenos, o Museu de Arte Moderna de Istambul, (entre outros), ir a uns Banhos Turcos, ir a um espetáculo de Dervixes Rodopiantes…
4 º DIA – TARDE – TRAJETO DE TGV PARA ANCARA (cerca de 4h e 30m)
Depois de nos termos deliciado mais uma vez na icónica Istambul, estava na hora de zarpar dali, num comboio de alta velocidade, não tão rápido quanto o Shinkansen do Japão, mas foi um trajeto agradável, tendo o mesmo oferecido paisagens interessantes e diversificadas ao longo das cerca de 4h e meia.
Como chegámos por volta das 21h, restava-nos ir de táxi até ao hotel, fazer check-in e comer algo ligeiro no restaurante do próprio hotel e ir descansar para nos prepararmos para uma epopeia por terras turcas.
5º DIA – MANHÃ – ANCARA
Eis-nos preparados para dedicar apenas a manhã a Ancara (pois de acordo com pesquisas feitas considerámos que assim sendo ficaríamos com um cheirinho da capital e já tínhamos adquirido o compromisso de levantar o carro por volta das 14h, para já irmos pernoitar na Capadócia).
Sendo uma cidade grande avizinhava-se usarmos meios de transporte para nos deslocarmos. A poucos metros do nosso hotel estava uma estação de metro à nossa espera. Saímos numa que permitia alcançar, após alguns minutos de caminhada, o Mausoléu de Atatürk–Anitkabir. Impõe-se pelo seu tamanho bem como pela sua localização.


A seguir fizemos o trajeto contrário para alcançar de novo o metro, sendo nossa intenção ir visitar a maior mesquita de Ancara – Kocatepe.



Após momentos em mais um espaço sempre de um requinte e beleza arquitetónica inigualáveis, queríamos ainda ver algo que prometia mas como estávamos com o tempo contado e ficava a uns quantos quilómetros, fomos de táxi (não é um meio de transporte caro, mas deve-se perguntar de antemão o valor a pagar).
Querem saber o que era algo imperdível? O Museu das Civilizações da Anatólia (ingresso por px – 12€) com um acervo riquíssimo.
Bom … mas apesar do museu ficar pertíssimo do Castelo de Ancara, já não tivemos tempo para o explorar. Foi toca a apanhar táxi outra vez para a estação de comboios de Ancara para fazer uma refeição leve e levantar o carro.
5º DIA – TARDE – 300km – 3h 15 min
TRAJETO – ANCARA – GŌREME (Capadócia)
Passámos pelo hotel para recolher a bagagem e depois esperava-nos um trajeto de cerca de 300 km até chegarmos a Göreme – Capadócia, onde iríamos pernoitar 3 noites (e não foram demasiadas).
Fomos circulando e contemplando a paisagem, tendo feito uma paragem no popular Lago do Sal – Tuz Gölu, para gozar algo único!





Depois desses momentos “salgados” muitos mais esperavam por nós! À medida que nos íamos aproximando do nosso destino e nos apercebemos através de uma estátua numa rotunda que mencionava Capadócia, começámo-nos a preparar para momentos de suspense inexplicáveis! Chaminés de Fada vieram “enfeitar” e abrilhantar os últimos quilómetros até atingirmos Göreme.
Alcançado o local em causa apercebemo-nos de que era algo sui generis! Era constituído por 2 zonas: a baixa e a alta … até aí nada de extraordinário, sendo que para atingirmos as imediações do nosso hotel, o percurso para além de ser extremamente inclinado era labiríntico! Aventuras de viajantes! Mas depois de alcançado o local em causa – Mithra Cave Hotel – super compensou pois a vista era divinal: “milhentas” chaminés de fada: umas mais altas, umas maiores que outras e em diferentes localizações, terraços… Era difícil saber para onde dirigir o olhar! É algo inédito e único no mundo.


Após termos encontrado a receção do labiríntico mas fabuloso hotel, decidimos lá jantar. Foi uma refeição duplamente alta: pela localização do terraço, pelas vistas deslumbrantes e pelas iguarias.




CAPADÓCIA – 13 LOCAIS VISITADOS




6º DIA – 1º NA CAPADÓCIA
Pelas 9h e 30 minutos iniciámos um tour (Green Tour) de autocarro com guia, que comprámos na receção do hotel. Incluiu uma caminhada pelo Vale Ihlara de 3.5 km




e várias paragens/visitas interessantes: vista panorâmica para Göreme, o Vale dos Pombos,

o Mosteiro Selime



e nomeadamente a visita à cidade subterrânea de Kaymakli. Entrámos também numa loja de joalharia e de especiarias.


No regresso ao hotel por volta das 18h, ao passar nas ruas e ruelas de Göreme, reservámos mesa num restaurante que tinha feito parte das nossas pesquisas: TopDeck Cave Restaurant. Espaço e iguarias interessantes.
7º DIA – 2º NA CAPADÓCIA
Neste dia madrugámos pois fomos andar de balão (cerca de 700€ para 2 px) (saímos do hotel às 5h da manhã e voltámos pelas 8h, tendo permitido ainda tomar o pequeno-almoço).










Ficámos, assim, com o dia todo disponível para fazer múltiplas visitas na região. Saímos em direção a Üçhisar, tendo-nos deliciado ao longo do trajeto com as chaminés de fada bem como a vista para o Castelo e vilarejo de Üçhisar, situado lá bem no alto da colina.




De seguida dirigimo-nos para o Vale dos Monges – Pasabag Valley – um dos lugares mais populares em Göreme, com as suas chaminés de fadas épicas e habitações em cavernas. É algo imperdível, mas prepare-se para pagar 12€ por px.








Fizemo-nos ao caminho e fomos até Ürgüp (onde acabámos por almoçar), gozando a típica e maravilhosa paisagem de chaminés de fada. Deambulámos por lá, observando o casario e o castelo lá bem no topo.




Nas proximidades ficava mais um vale maravilhoso, ao longo da estrada, Vale Devrent ou da Imaginação pois é constituído por várias formações rochosas que se assemelham a animais e não só, dependendo de cada um de nós, pode-se considerar que estamos perante um camelo, um macaco…, um casal de noivos ….




Passámos também pelo Zelve Valley – vale amplo com chaminés de fada vastas e pontiagudas.
De regresso a Göreme passámos pelo Vale do Amor, tendo-o gozado primeiro de um ângulo superior (entrada do carro paga).





Depois saímos pelo mesmo local e virámos à direita, tendo voltado a estacionar após 300-400 metros (à esquerda, no estradão de terra batida). À nossa direita encontrava-se um trilho que permitia o acesso ao plano inferior do Vale do Amor, de forma a observar as formações rochosas de baixo para cima e mais de perto. Que dia sem igual!




Para acabar o dia em grande, fomos jantar ao restaurante Inci Cave. Mais uma experiência turca impressionante: pelo espaço: numa cave esplêndida e pela oferta!
8º DIA – 234km – 3h
MANHÃ – CAPADÓCIA: GÖREME OPEN AIR MUSEUM e TRAJETO PARA KONYA
Antes de sair da Capadócia ainda queríamos ir visitar o Museu ao Ar Livre de Gōreme. Adorámos a experiência. (Não perca! mas prepare-se para pagar 20€ por px e se quiser visitar a Dark Church terá que desembolsar ainda mais 6€ por px e não se pode fotografar). É constituído por um vasto complexo monástico com uma série de igrejas esculpidas na encosta de uma montanha. Algumas delas possuem frescos sendo de realçar a Dark Church.








Depois fizemo-nos ao caminho pois tínhamos mais de 200 km pela frente para atingir Konya, onde queríamos ir já almoçar. Fizemos pesquisa e estacionámos o carro (num parque pago) perto do local do restaurante. Qual não é o nosso espanto quando o empregado do parque recomenda precisamente o Sultan Somati.
TARDE – KONYA
Dedicámos o resto da tarde a conhecer Konya, não tendo sido difícil pois é uma cidade pequena. Vimos o edifício do Museu Mevlana (não tivemos tempo para o explorar),

visitámos as Mesquitas Selimi (a maior de Konya, na Praça Central)


a de Alladin (na zona do parque Alladin)


e a de Aziziye na zona do Bazar.


Deixámo-nos perder na área pedonal e no Bazar curtindo a vibe do local.


9º DIA – 392km – 5h
TRAJETO KONYA – PAMUKKALE e PAMUKKALE
Saímos cedo de Konya pois queríamos muito ir já almoçar a Pamukkale (que significa castelo de algodão). Ficámos alojados num hotel – Melrose Viewpoint Pamukkale, com vista para os “lagos travertinos”.

TARDE – PAMUKKALE
Após o check-in e o almoço, fomos de carro e passámos grande parte da tarde nas ruínas da antiga cidade de Hierápolis,




e já próximo do pôr-do-sol, nos lagos de mármore travertino


e nas piscinas termais de origem calcária, onde se pode circular e banhar mas com cuidado pois há zonas escorregadias. (a entrada paga – 30€ por px. inclui toda a área). Algo tão único que foi incluído no Património Mundial da Unesco (desde 1988).




P.S. À semelhança da Capadócia, também ali é possível viajar em balão de ar quente, mas não sabíamos e ficámos com pena de não ter passado por essa experiência!
10 º DIA – 400km – quase 5h
MANHÃ
TRAJETO PAMUKKALE- ÉFESO – (200km – 2h 30 min) e ÉFESO – dedique pelo menos 2 h!
Avizinhava-se um dia rico mas picado. Saímos cedo (pelas 8h 30 min) com destino às ruínas ou antiga cidade de Éfeso. Queríamos ter entrado pelo South Gate mas o Google Maps e Waze não nos encaminharam para lá! Percebemos depois que teríamos visto a antiga cidade de cima para baixo, o que lhe dava mais realce, passando isso pela comprida e descendente rua que nos conduz à célebre Biblioteca. Entre outras coisas não se pode perder o Teatro Romano e o Museu Arqueológico.









Fora dali há ainda o Templo de Artemis (do qual só resta 1 coluna!), a Casa de Maria – Igreja situada a 6 km a norte das ruínas de Éfeso e a Basílica de São João (na localidade), mas por falta de tempo não visitámos!
TARDE
TRAJETO ÉFESO- ESMIRNA – 82km – 1h e ESMIRNA
Almoçámos no caminho (numa aldeia que atravessámos) e dirigimo-nos para Esmirna (Ismir), mais concretamente para a zona do histórico elevador da Torre Asansor. Estacionámos num parque pago e fomos andando por umas ruelas animadas com uma rica oferta de cafés e restaurantes. O elevador não é pago e lá de cima tem uma vista interessante para a cidade, oferecendo também espaços de restauração panorâmicos.





Depois caminhámos até à marginal, tendo subido umas escadas rolantes do cimo das quais se tinha uma panorâmica do casario, do Mar Egeu e do tráfego marítimo ao longo dele.


Esmirna é uma das maiores cidades da Turquia mas não nos pareceu ter muitos pontos de interesse. Dedicámos-lhe apenas cerca de 1h.
TRAJETO ESMIRNA- PÉRGAMO – 110km – 1h 20m
Saímos a meio da tarde com destino a Bergama/Pérgamo. Após check-in feito saímos para jantar. Depois de alguma busca acabámos por encontrar um restaurante que depois percebemos que era frequentado por muitos locais. Gostámos da experiência.
11º DIA – 210km – 3h 15m
MANHÃ – PÉRGAMO – dedicámos 2h 30min
Aí íamos nós desbravar a cidade antiga de Pérgamo. Tínhamos posto a hipótese de apanhar o teleférico mas como estava um dia muito ventoso, não estava a funcionar. Fomos de carro até à zona mais alta da Acrópole.
P.S. As entradas são caras (15 €) e não oferecem qualquer tipo de informação! Se fornecessem um folheto ou mesmo se as indicações ao longo do trajeto fossem claras, teria sido mais fácil. Apesar das pesquisas feitas, às vezes só no local é que nos defrontamos com as dificuldades!
Sentimo-nos um pouco perdidos. Percebemos ao longo do trajeto descendente que íamos fazendo, que havia muito para ver/explorar, estando no entanto os pontos mais interessantes e mais bem conservados na Acrópole Superior, ou seja o Teatro Romano


e o Templo de Trajano (também por vezes designado como Templo de Zeus Philios pois Zeus e Trajano eram adorados no Templo).







Estando aí não perca a vista para Pérgamo e para a barragem (no lado contrário à cidade).


Se bem que, supostamente, a estrutura mais famosa fosse o – Grande Altar ou Pergamon Altar – altar monumental (provavelmente dedicado a Zeus e Atena) apenas restam as fundações (umas quantas pedras …). Os restos do friso (o mais interessante) estão expostos no Museu Pérgamo em Berlim.
Se tiver muito tempo e quiser explorar todas as zonas: a Acrópole Superior, a Secção Média e a Inferior, pense em dedicar um dia, começando de baixo para cima! Há muitos restos de templos, santuários, ginásio … ao longo dos trilhos pouco cuidados, com muitas pedras e às vezes sem uma informação muito clara!
TARDE- TRAJETO PÉRGAMO – ÇANAKKALE- 200km – 3h e TRÓIA
Saímos de Pérgamo por volta do meio-dia, tendo passado ao longo do trajeto por zonas donde se avistava uma paisagem muito interessante oscilando entre mar e terra. Acabámos por almoçar num lugarejo, local de passagem, próximo do mar. Prosseguimos viagem até Çanakkale, onde iríamos pernoitar no Kolin Hotel Spa & Convention Center, com vista para a cidade e para o Estreito de Dardanelos.
TRÓIA – ANCIENT CITY OF TROY
Após check-in ainda visitámos as ruínas da cidade de Tróia (peça ao Google Maps – Ancient City of Troy – a cerca de 30km de Çanakkale), das quais entre outras coisas fazia parte o icónico cavalo de Tróia (entrada 27 €).





No trajeto de regresso, cerca de 1 km após a saída de Tróia (no lado direito), há também o Museu Arqueológico (o bilhete de ingresso nas ruínas de Tróia inclui a entrada no museu) , que merece bem uma visita.




12º DIA- 465km
MANHÃ – TRAJETO ÇANAKKALE – BURSA – 275km – 3h 30m
ALMOÇO E TARDE – BURSA


Tendo em mente o número de quilómetros que tínhamos pela frente, saímos cedo, de forma a conseguir já ir almoçar e explorar Bursa. É uma grande cidade e tem vários pontos de interesse, pelo que ficámos com pena de não lhe ter dedicado mais tempo.
Estacionámos no parque subterrâneo de um centro comercial e deambulámos pelo Bazar, pela Koza Han... gozando o ambiente. Almoçámos por ali, num dos muitos restaurantes.




Após o almoço fizemos várias visitas nelas incluindo a Grande Mesquita – Ulu Camii – a qual tem 20 cúpulas e uma fonte no seu interior.




Depois fomos ao longo da Atatürk Caddesi (rua) para alcançarmos as Pontes Setbasi

e a Irgandi – uma das 4 pontes do mundo funcionando como rua de lojas.


Ainda queríamos ir ver o Túmulo Verde (mas que na realidade é azul!)- túmulo ou mausoléu símbolo de Bursa, é um dos exemplos mais belos e únicos da arquitetura de túmulos otomanos.





Nas imediações está também a Mesquita Verde, a qual merece também uma visita.



Como estávamos com o tempo mais do que contado apanhámos um táxi até ao ponto mais alto da cidade – Parque Tophane onde se encontra a Torre do Relógio e os Túmulos de Orhan e Osman Gazi, com vista sobre Bursa.




Depois foi só descer a escadaria que dava acesso ao local onde tínhamos o carro, mas antes ainda demos um giro pelo Koza Han (mercado antigo otomano de seda) que abriga uma série de pequenas lojas de seda, restaurantes e casas de chá.


FIM DE TARDE – TRAJETO BURSA – ELYSIAN AIRPORT HOTEL – 200km – cerca de 3h
Rumámos a Istambul, em direção ao Elysian Airport Hotel, que tínhamos reservado, próximo do aeroporto. No trajeto passámos na Ponte Mármara (1) e na Ponte do Bósforo (conhecida como 2ª ponte).
Este trajeto foi desafiante em virtude de, na sua maior parte, consistir em vias rápidas com 5 ou 6 faixas de rodagem, onde se podia circular a 130 km /h com um volume de trânsito considerável, associado ao comportamento aparentemente descuidado de muitos dos condutores turcos. Contudo não tivemos problemas e não vimos nenhum acidente ao longo dos 2.300 km da nossa viagem de carro.
13º DIA – REGRESSO
De manhã foi toca a encaminharmo-nos para o aeroporto para entregar o carro, são e salvo, fazer check-in e dizer adeus a terras turcas!
Mas … nunca se exclui a hipótese de um dia voltar, rever e conhecer outros locais!
Bom dia, vou ter que lhe dar mais uma vez os parabéns, pela esta excelente reportagem efetuada sobre a Turquia. Deu para recordar muitos destes locais pelo qual já passei à alguns anos. Beijinhos
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Obrigada. Ainda bem que deu para recordar, certamente, momentos maravilhosos passados em mais um país espetacular e bastante diversificado!
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