

“O Canadá é um país que ocupa grande parte da América do Norte e se estende desde o oceano Atlântico, a leste, até o oceano Pacífico, a oeste. Ao norte o país é limitado pelo oceano Ártico. É o segundo maior país do mundo em área total superado apenas pela Rússia, e a sua fronteira comum com os Estados Unidos, no sul e no noroeste, é a mais longa fronteira terrestre do mundo.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1
É um país sui generis: bilingue – tendo o inglês e o francês como línguas oficiais, sendo também um dos países mais desenvolvidos do mundo.
Entre as suas grandes cidades estão a gigantesca Toronto; Vancouver (costa oeste); Montréal e Québec, nas quais se que fala francês; e a capital, Ottawa. Sendo um país muito grande possui também vastas regiões de natureza selvagem com muitos parques nacionais, realçando-se o Parque Nacional de Banff, repleto de lagos nas Montanhas Rochosas. Abriga também muitas Cataratas destacando-se as do Niágara – um famoso conjunto de enormes cascatas, bem como as de Montmorency (mais altas que as de Niágara) na zona do Québec.
| 1. GENERALIDADES Língua Fuso Horário Moeda Dados Móveis |
| 2. DICAS ÚTEIS Planificação da viagem eTA Adaptador de Corrente Ingressos – Aquisição antecipadamente Alojamento Compra de Passe /Cartão Cartão de Crédito/Débito ou Dinheiro Aluguer de Carro Combustível |
| 3. LOCAIS VISITADOS |
| 4. A NOSSA EXPERIÊNCIA |
1. GENERALIDADES
| Língua As 2 línguas faladas são o francês e o inglês, dependendo dos locais. |
| Fuso Horário Cataratas do Niágara; Toronto; Montreal, Ottawa e Québec –GMT – 5h |
| Moeda (câmbio a 21/07/2025) 100,00 Dólares canadianos = 63 Euros 1 CAD = 0,63 EUR |
| Dados Móveis Convém aderir a um pacote: Airalo, por exemplo. |
2. DICAS ÚTEIS
| Planificação da Viagem Uma vez que o Canadá é um país cujas distâncias são bastante consideráveis, convém definir a volta/ver quais os locais a visitar e simular no Google Maps o número de quilómetros entre as cidades que fazem parte do plano para definir onde deve pernoitar. Deve-se também analisar os pontos de maior interesse de cada local e ver o tempo necessário para os conhecer |
| eTA (autorização electrónica de viagem) A maioria dos turistas portugueses não precisam de visto para entrar no Canadá, mas sim da autorização electrónica de viagem eTA. Para obter o eTA é necessário ter um passaporte em vigor e com mais de 6 meses de validade https://www.canada.ca/en/immigration-refugees-citizenship/services/visit-canada/eta/apply.html Solicitar o eTA é muito fácil: basta preencher um formulário no site do Ministério de Imigração com alguma antecedência à viagem e pagar uma taxa de 7 dólares canadianos. |
| Adaptador de Corrente Não se esqueça de comprar/ levar um adaptador universal para poder ligar os seus dispositivos electrónicos à tomada. No Canadá são utilizadas tomadas do tipo A e B (apenas com 2 pinos achatados ou com 1 terceiro para ligação à terra) A voltagem é geralmente 120V e 60 Hz |
| Seguro de Viagem Recomenda-se que adquira um seguro de viagem para visitar o Canadá, uma vez que a assistência médica a estrangeiros não é gratuita, nem tão pouco em casos de grande urgência e pode ser muito cara. É aconselhável que o seguro cubra gastos amplos em assistência médica por doença, acidente e repatriamento, entre outros aspetos. |
| Ingressos – Aquisição antecipadamente Como o Canadá é um país muito visitado convém: fazer a compra das entradas de locais a visitar, online e antecipadamente (por exemplo: ingressos para: o tour nas Cataratas do Niágara e para a CN Tower em Toronto – ao pôr do sol) para garantir as visitas no dia e na hora pretendidos Tenha o cuidado de poder fazer com cancelamento gratuito! |
| Alojamento A hotelaria no Canadá pratica preços muito mais altos do que em Portugal, assim sendo, é melhor fazer pesquisa antecipadamente para ter mais opções de escolha e consequentemente conseguir preços um pouco mais acessíveis. Nas grandes cidades como Toronto e Montréal pondere a hipótese de reservar hotel/alojamento que não fique muito longe de uma estação de metro (para mais facilmente se deslocar pois os parques de estacionamento são caros e nem sempre se consegue deixar o carro perto de locais de interesse, tendo de pagar parque e bilhete de transporte: metro, autocarro…) |
| Compra de Passe/Cartão Como nas grandes cidades nem todos os pontos de interesse se situam perto uns dos outros, é aconselhável fazer um estudo da distância dos locais a visitar numa manhã ou numa tarde e ponderar se será mais rentável a compra de um bilhete (que dá para 2 horas) ou passe diário ou para mais dias |
| Cartão de Crédito/Débito ou Dinheiro É mais vulgar o uso de cartões do que dinheiro, no entanto pontualmente pode ser necessário ter algum dinheiro vivo. É sabido que o uso de Cartão de Crédito paga taxas altas, portanto se tiver ou aderir ao Cartão Revolut, poupa algum dinheiro. |
| Aluguer de Carro A melhor forma de conhecer o Canadá (fazendo o percurso que nós fizemos) é de carro, pois de outra maneira teríamos de ficar limitados aos tours existentes. É uma questão de gosto e logística. (Pagámos do aluguer de carro cerca de 690€ para 10 dias) |
| Combustível O preço da gasolina e gasóleo são francamente mais baratos do que em Portugal, cerca de 1.€ por litro. |
3. LOCAIS VISITADOS
Atendendo ao facto do Canadá ser um país enorme, há que decidir quais os locais a visitar e ter o cuidado de verificar as distâncias entre eles. Nós pautámo-nos por:
| A – Cidade e Cataratas do Niágara e Niagara-on-the-Lake |
| B – Montréal |
| C – Québec |
| D. Cataratas Montmorency |
| E – Rideau Falls |
| F – Ottawa |
| G – Toronto |
… tendo feito cerca de 2.300 quilómetros em 10 dias. Apesar de terem sido muitos, como as estradas e auto-estradas eram boas, com persistência de viajante lá se fizeram.
| 1º DIA Aeroporto de Toronto – Cataratas do Niágara 125 km – 1h 15 min |
| 2º DIA Cataratas do Niágara – Niagara-on-the-Lake – 24 km – 30 min Niagara-on-the-Lake – Kingston – 390 km – 4h 15 min – 414 km – 4h 45 minutos – |
| 3º DIA Kingston – Montréal 290 km – 3h 10 min |
| 5º DIA Montréal – Québec 260 km – 3h |
| 6º DIA Québec – Cataratas Montmorency – 12km – 15 min Cataratas Montmorency – Québec – 12km – 15 min – 24 km – 30 min – |
| 7º DIA Québec – Ottawa 445 km – 4h 45 min |
| 8º DIA Ottawa – Toronto 400 km – 4h 40 min |




| A – CIDADE DE NIÁGARA caminhar ao longo da Queen Street e do parque Queen Victoria para: ver a Rainbow Bridge; admirar as cataratas da borda do rio Niágara; ver a Estátua de Tesla; Table Rock House; Table Rock Patio (localizado no nível superior do Table Rock Centre) e Table Rock Centre: à beira das (Horseshoe Falls) Cataratas em Ferradura (restaurante e acesso a elevadores e túneis) caminhar ao longo da Clifton Hill: conhecida como a rua da diversão, tudo a uma curta distância, inclui muita oferta a vários níveis: roda gigante, montanha russa, mini-golfe…. Casino hotéis; restaurantes; lojas subir à Skylon Tower – observatório e restaurante para obter vistas deslumbrantes das Cataratas |

| A – NIAGARA-ON-THE-LAKE Situada no canto da região de Niágara, localizada a apenas 20 quilómetros das Cataratas Horseshoe (uma das Cataratas do Niágara), a pitoresca Niagara-on-the-Lake é uma vila bem preservada do século XIX e o coração da região vinícola de Ontário. É delimitada em ambos os lados pela orla marítima, à beira do Rio Niágara e do Lago Ontário. O trajeto entre as Cataratas do Niagara e Niagara-on-the-Lake é maravilhoso pois decorre ao longo de uma estrada panorâmica – Niagara River Parkway – tendo como cenário : vinhas, casinhas lindas e o rio Niágara. Além do pitoresco centro histórico, se tiver tempo explore as diversas vinícolas, cervejarias e destilarias da região bem como vistas deslumbrantes da orla marítima. Se puder experimente uma refeição num restaurante vinícola! |
ver mais em:https://viagensdalita.com/2024/10/17/canada-niagara-falls-e-imediacoes/
| B – MONTRÉAL Idiomas: Francês e Inglês Montréal – 2ª maior cidade – situa-se junto ao rio de São Lourenço Com belas ruas, grandes parques e uma curiosa rede subterrânea de lojas, a charmosa e encantadora Montreal impressiona pela sua mistura de Europa e Estados Unidos. Essa grande metrópole convida visitantes e moradores a conhecer grande parte da cidade a pé. |
| PLATEAU MONT-ROYAL bairro típico e animado, com muitas lojas, restaurantes, bares e lojas de segunda mão com moradias com fachadas coloridas, escadas exteriores, algumas em espiral Alguns dos melhores exemplos são as residências vitorianas em redor de Carré Saint-Louis. O bairro de Mile End é uma das partes mais famosas de Plateau-Mont-Royal: Outra parte de realce do Plateau-Mont-Royal é conhecida como “gueto McGill” |
| PARQUES Montréal agrega vários parques agradáveis sendo dignos de nota (entre outros): Parque La Fontaine (na zona do Plateau Mont-Royal) Parque du Mont-Royal um dos maiores símbolos de Montréal A maior atração do parque é o miradouro Kondiaronk (Kondiaronk Bélvèdere), que oferece uma vista panorâmica do alto do morro para a cidade – o acesso pode ser feito de autocarro, linha 11 ou ainda de metro– Peel – (linha verde) |
| VIEUX MONTRÉAL: é a região histórica e um dos locais mais visitados da cidade, com uma lindíssima arquitetura neogótica LOCAIS: Place d’ Armes Catedral de Notre-Dame de Montréal Seminário Saint-Sulpice Banco de Montréal e o seu Museu Edifícios New York Life (ou Banco de Québec) e Aldred Rua Notre-Dame Hôtel de Ville/ Câmara Place Vauquelin Museu Château Ramezay Place Jacques-Cartier Rua Saint Paul Mercado Bonsecours Chapelle de Notre-Dame-de-Bon-Secours ou Chapelle des Marins Porto Antigo Roda Gigante Quai de l’Horloge/ Cais do Relógio |
| CENTRE VILLE um ponto movimentado para compradores, funcionários de escritório e estudantes das universidades McGill e Concordia Rue Sainte Catherine Place des Arts Museu de Belas-Artes de Montréal Chinatown |
| INTERNATIONAL QUARTIER região modelo de inovação em arquitetura e design na cidade, além de servir como palco para atividades culturais. |
| QUARTIER DES SPETACLES – onde o entretenimento da cidade acontece – as suas inúmeras atrações e espetáculos em cartaz é comparável à Broadway. |
| CIDADE SUBTERRÂNEA é o maior complexo urbano subterrâneo do mundo. tem cerca de 32 km de extensão Túneis subterrâneos ligam shoppings (mais de 1700 lojas), hotéis, cinemas, teatros, escritórios, museus, bancos, praças de alimentação, universidades e várias estações de metro, servindo como um refúgio quente durante os invernos rigorosos da cidade (cerca de meio milhão de pessoas utilizam o lugar todos os dias) funciona apenas para pedestres |


ver mais em:https://viagensdalita.com/2025/02/13/canada-montreal/
| C – QUÉBEC A cidade de Québec situa-se no leste do Canadá. A sua herança, arquitetura e idioma franceses tornam-na uma cidade europeia fascinante. A cidade divide-se essencialmente em Haute e Basse Ville |
| HAUTE VILLE/UPTOWN |
| Château Frontenac Hotel o edifício icónico da cidade é considerado Património Mundial da UNESCO Terraço Dufferin passadeira de madeira em frente ao Château Frontenac com vistas para o rio São Lourenço e para a cidade baixa Monumento Samuel de Champlain (desde 1898) localizado no Terraço Dufferin perto do Château Frontenac Edifício dos Correios (Louis S. St-Laurent ) edifício importante e característico da cidade, considerado um Edifício Histórico Nacional Place de l’Hôtel de Ville e Hôtel de Ville Catedral de Notre-Dame Catedral da Santíssima Trindade está localizada em frente ao Hôtel de Ville classificada como “Monumento Histórico Nacional do Canadá” Cidadela complexo com forte antigo ativo, museu e cerimónias do render da guarda construída entre 1820 e 1850 do passadiço coberto, desfruta-se de uma bela vista do Château Frontenac e do rio São Lourenço. Parque “Plains of Abraham” Atualmente, as Planícies de Abraão são um grande parque: o pulmão verde da cidade oferece uma vista particularmente bela do rio São Lourenço Observatório da Capital |
| BASSE VILLE/DOWNTOWN |
| Quartier Petit Champlain local completamente imperdível na cidade de Québec é considerado o mais antigo bairro comercial da América do Norte com as suas ruas pedonais estreitas e casas típicas Place Royale/Praça Real o local francês mais antigo da América do Norte com a Igreja de Notre-Dame-des-Victoires – a mais antiga igreja de pedra Mural da Cidade – La Fresque de Québécois inaugurado em 1999, é uma obra de arte urbana única que conta a longa história da cidade de Québec Museu da Civilização Praça da FAO – “Food and Agriculture Organization“ O atrativo principal da praça é a fonte-escultura ‘La Vivrière’ Travessia de barco – Québec-Lévis (10 Des Traversiers St.) https://www.quebec-cite.com/en/what-to-do-quebec-city/quebec-city-levis-ferry A pouco menos de um quilómetro, a travessia Québec-Lévis liga as margens norte e sul do rio São Lourenço. oferece um vista espetacular e especial da cidade Alta e Baixa ou Cruzeiro no rio São Lourenço (convém reservar com antecedência) oferece um soberbo panorama do Château Frontenac, das fortificações, das Cataratas de Montmorency e da Île d’Orléans. (parte do Quai Chouinard) |
| PARA ALÉM DA HAUTE E BASSE VILLE |
| Grande Allée avenida famosa – traçada no séc. XVII e apelidada de “Les Champs Elysées” de Quebéc – 200 anos mais tarde Edifício do Parlamento e seus jardins situam-se na Grand Allée sede da Assembleia Nacional do Québec Rue Saint Louis é uma das ruas mais antigas da cidade de Québec |


ver mais em:https://viagensdalita.com/2025/03/20/canada-quebec/
| D – na zona do QUÉBEC CATARATAS DE MONTMORENCY situam-se a 11 km de Québec – 10 minutos têm uma altura de 83 metros, sendo mais altas do que as Cataratas de Niágara estão localizadas no Parque de la Chute-Montmorency imperdível: fazer o trajeto de teleférico ir até à ponte e caminhar para ver as quedas de água |

ver mais em:https://viagensdalita.com/2025/04/10/canada-cataratas-de-montmorency/
| E – nas imediações de OTTAWA RIDEAU FALLS Rideau significa “cortina” em francês descreve perfeitamente o formato das quedas, que parecem uma cortina de água o Complexo Rideau Falls Dam está localizado em Ottawa, onde o rio Rideau desagua no rio Ottawa. |

| F – OTTAWA Ottawa é a capital do Canadá, localizada na província de Ontário (sudeste do país), perto da cidade de Montréal e da fronteira com os Estados Unidos. Ottawa está localizada na margem sul do Rio Ottawa, perto dos estuários do Rio Rideau e do Canal Rideau. |
| Colina do Parlamento uma elevação proeminente que domina a paisagem de Ottawa, constituída por um complexo de belos edifícios neogóticos na margem sul do rio Ottawa com vistas panorâmicas para a cidade Parlamento situado na Colina do Parlamento composto por três edifícios em estilo gótico: a Câmara dos Comuns e o Senado, e a Torre da Paz Torre da Paz (tida como o Big Ben) e os seus Sinos tem mais de 92 metros de altura pode-se subir até ao topo para ter vistas deslumbrantes de Ottawa e da paisagem circundante às margens do rio Os Sinos tocam a cada 15 minutos Fairmont Château Laurier é um hotel luxuoso à beira do Canal Rideau desde 1912, o design do Fairmont Château Laurier combina o estilo renascentista francês (parece um castelo) com as linhas verticais neogóticas dos edifícios do Parlamento foi designado como Sítio Histórico Nacional do Canadá em 1980 Canal Rideau é um famoso canal histórico e local recreativo popular (que se estende por mais de 200 km) construído no século XIX como uma medida estratégica para ligar Ottawa ao Lago Ontário Os barcos de recreio navegam nas suas águas (entre maio e setembro) para oferecer um ângulo turístico diferente de Ottawa; no inverno, o canal transforma-se na maior pista de patinagem ao ar livre do mundo é reconhecido como Património Mundial pela UNESCO desde 2007 Catedral de Notre Dame maior e mais antiga basílica neogótica da capital (data de 1841) York Street apresenta a maior concentração de bares modernos, pubs irlandeses e casas noturnas de Ottawa A York Street fica praticamente ao lado da Byward Market Square, um ponto central de compras e restaurantes da cidade. Byward Market O ByWard Market é um centro movimentado de bancas de mercado ao ar livre de agricultores e lojas de especialidade que vendem queijo canadiano e chocolate com infusão de ácer, entre outros produtos. É também conhecido pela sua arte urbana colorida e lojas populares repletas de artesanato e vestuário de estilistas locais. O bairro em redor reflete a vibe do mercado com cafés especializados, restaurantes, bem como galerias de arte e boutiques de moda. A vida noturna passa também por tabernas rústicas e elegantes bares gay – Museus – Canadian War Museum tem um acervo enorme relacionado com as guerras no mundo, podendo aprender também sobre a história militar do Canadá, além de tanques de guerra e um avião antigo Royal Canadian Mint produz moedas de coleção, inclusive de ouro A cunhagem canadiana é considerada uma das melhores do mundo no que diz respeito à qualidade e design da gravura. Para investidores ou colecionadores de moedas que procuram moedas com excelente qualidade técnica e estética, a melhor Casa da Moeda para visitar é a Casa da Moeda Canadiana. Canadian Museum of History Com raízes que remontam a 1856, é uma das instituições públicas mais antigas do Canadá. Focado nas histórias e culturas do que hoje é o Canadá, é um respeitado centro de excelência museológica, tanto em todo o país como em todo o mundo. Museu Canadiano da Natureza anteriormente chamado de Museu Nacional de Ciências Naturais, construído em estilo gótico. A programação cultural do museu conta com oito exposições fixas: Galeria de fóssil; Galeria da Terra; Galeria de mamíferos; Galeria da água, Galeria dos pássaros; Vida da Natureza; Galeria Parede de Pedra; Paisagens de jardins do Canadá Museu de Belas Artes ou Galeria Nacional do Canadá é uma das principais galerias de arte do Canadá. é um edifício construído em vidro e granito na Sussex Drive com uma bela vista dos edifícios do parlamento canadiano no Parliament Hill. (Escultura de Aranha em frente) |


| G – TORONTO |
| Toronto é a capital da província de Ontário, uma das maiores cidades da América do Norte e a mais populosa do Canadá. Com vários bairros étnicos como Chinatown, Little India, Little Italy e Little Portugal, Toronto é uma das cidades do Canadá com maior diversidade cultural. |
| Dundas Square a Times Square canadiana Yonge Street considerada a mais longa rua do mundo Eaton Centre centro comercial de renome CN Tower edifício com 553 metros de altura Casa Loma palacete com um estilo neo-romântico – concebido para ser uma espécie de castelo europeu Câmara Municipal (Old City Hall) estilo romanesco – foi sede da câmara até 1965 Câmara Municipal (City Hall) arranha-céu com uma arquitetura arrojada Graffity Alley oficialmente Rush Lane, é um beco de três quarteirões e 1 km de extensão no Fashion District de Toronto, conhecido por abrigar arte de rua Bairros: Chinatown situada na intersecção entre Dundas Street West e Spadina Avenue é 1 das maiores comunidades chinesas da América do norte – oferta de lojas e supermercados – com frutas exóticas e vegetais, e uma variedade de restaurantes dedicados à cozinha asiática, chinesa, tailandesa, japonesa e vietnamita Little India pequenas casas de “chaat”, que servem comida de rua tradicional indiana, coexistem com novas cervejarias e galerias de arte da moda. A jóia da coroa da área é o Gerrard India Bazaar, o maior mercado sul-asiático da América do Norte, repleto de joias, móveis, especiarias e sedas. Imperdível: Culinária autêntica do norte da Índia e do Paquistão Little Portugal e Little Italy revelam a cultura e as vivências dos imigrantes destes países em Toronto. São um ótimo local para almoçar ou jantar e saborear as especialidades da gastronomia portuguesa e italiana no continente americano. Distillery District zona pedonal com edifícios pitorescos do séc. XIX que outrora albergava uma grande destilaria de whisky, atrai multidões para as ruas calcetadas ladeadas de restaurantes, bares e boutiques indie St Lawrence Market é um importante mercado coberto, público com mais de 200 anos; está localizado ao longo da Front Street East e da Jarvis Street, no bairro de St. Lawrence, na downtown de Toronto; oferece, entre outras coisas, a oportunidade de provar alguns dos melhores produtos locais o complexo do Mercado St. Lawrence hoje é composto por três edifícios principais: o Mercado Sul, o Mercado Norte e o St. Lawrence Hall Kensington Market é um bairro pedonal boémio que oferece uma experiência verdadeiramente original e ricamente multicultural; explore o atraente labirinto de ruelas e ruas estreitas do mercado; atrai artistas e turistas às lojas indie, boutiques vintage e espaços artísticos; alberga também uma vasta gama de mercearias de especialidade, padarias e queijarias; tem também restaurantes, cafés, bares, música ao vivo, estilistas locais e roupas vintage aclamadas, arte, música… é , assim, um importante destino de compras, gastronomia, pontos de encontro e turismo. Ilhas de Toronto (também chamadas de Ilha) oferece vistas fantásticas de Toronto estão localizadas no Lago Ontário: um grupo de 15 ilhas interligadas por caminhos e pontes; pode-se caminhar de uma ponta à outra da Ilha. A ilha tem aproximadamente 5 km de extensão da Ilha Ward até Hanlan’s Point e situa-se a 13 minutos de ferry da downtown de Toronto os barcos vão com mais frequência para a Centre Island (fica entre a Ilha Ward, a leste, e Hanlan’s Point, a oeste) do que para as outras ilhas, por ser a mais popular: oferece fontes, jardins, o Parque de Diversões Centerville, um pier/cais que se estende até ao Lago Ontário, uma praia de areia, áreas de piquenique, o Jardim Infantil Franklin e muito mais… Os barcos para a Ilha partem do Terminal Jack Layton, aos pés da Bay St. e do Queen’s Quay |


4. A NOSSA EXPERIÊNCIA
É obvio que em qualquer viagem nunca se consegue dedicar tempo a tudo o que gostaríamos, tendo que se fazer uma escolha, de acordo com o que mais agrada !
9 DORMIDAS – (de 20 a 30 de setembro de 2024)
| Nº NOITES | HÓTEIS | LOCAIS |
| 1 noite (1ª) | Tower Hotel at Fallsview s/ p.a. 191€ | Cataratas do Niágara |
| 1 noite (2ª) | Motel 6 – Kingston, ON s/ p.a. 124€ | Kingston |
| 2 noites (3ª e 4ª) | Best Western Plus c/ p.a. 305€ | Montréal |
| 2 noites (5ª e 6ª) | Best Western Premier Hotel Aristocrate s/ p.a. 290€ | Québec |
| 1 noite (7ª) | Holiday Inn Express & Suites Downtown Ottawa East, an IHG Hotel c/ p.a. 187€ | Ottawa |
| 2 noites (8ª e 9ª) | Holiday Inn Toronto Downtown Centre, a IHG Hotel s/ p.a. 521€ | Toronto |
1º DIA – TARDE E NOITE
CIDADE DE CATARATAS DO NIÁGARA
Apesar de termos aterrado em Toronto, as Cataratas de Niágara representaram o nosso primeiro momento no Canadá!
Feito um voo Lisboa-Toronto de cerca de 7h e meia (10.40-13.55) estávamos preparados para começar a desbravar o Canadá!
Fizemos o trajeto do Aeroporto Internacional de Toronto (Toronto Pearson International Airport (YYZ)) no sentido das Cataratas, o que representou 125 km feitos em cerca de 1h e quinze minutos.
Feito o check-in no Tower Hotel, do qual já não apetecia sair pois tinha uma panorâmica deslumbrante para as Cataratas, acabámos, assim, por abortar, a hipótese de subir à Skylon Tower.
Demos um giro de carro pela localidade de Niágara tendo passado ao longo da rua Clifton Hill, que tinha várias atrações – roda gigante, parques de diversões…, tendo percebido que a cidade era pequena e se podia ver a pé. Depois do jantar demos uma volta a pé até à zona do Casino, da Skylon Tower e de hotéis, bares, restaurantes…


Bom … mas estava na hora de descansar não sem antes contemplar as Cataratas (da janela do quarto) que iam mudando de cor pela iluminação artificial que lhes era conferida!
2º DIA – 1ª parte da MANHÃ
TOUR – “JOURNEY BEHIND THE FALLS” e “BOAT”
Tínhamos adquirido online, com alguma antecedência, um pacote (cerca de 70€ por px) da empresa Viator, o qual incluía um passeio ao longo de túneis por detrás das cataratas e também uma viagem de barco às cataratas. O tour teria a duração de 2h e 30 minutos o que foi perfeitamente suficiente (entre as 8.30 e as 11h).
O guia que nos acompanhou foi dando informações acerca do local em causa. Adorámos a experiência! O tour teve início no Queen Victoria Park tendo passado junto da estátua do Tesla e de seguida fomos para o Table Rock Centre para nos encaminharmos para os elevadores (descida de 38 metros) e depois para os túneis (198 metros) no final dos quais podíamos ver a água das cataratas a cair – mais de 100 milhões de litros por minuto! Algo do outro mundo!



Depois destes momentos molhados mas fabulosos mais esperavam por nós: o passeio de barco que nos levava até próximo das quedas de água! Não há palavras que consigam descrever tais momentos! Ora bem… com tanta água mesmo com dupla capa é claro que “tomámos mais um banho” mas alguém se importou!? Era toca a gozar momentos únicos que ficarão nas nossas memórias para todo o sempre!
2ª parte da MANHÃ
TRAJETO ATÉ NIAGARA ON-THE-LAKE
| TRAJETOS: Niagara Falls – Niagara-on-the-Lake – 24 km – 30 minutos Niagara-on-the-Lake – Kingston – 390 km – 4h 15 minutos – 414 km – 4h 45 minutos – |
Apesar de termos pela frente muitos quilómetros e horas de viagem para atingir o local onde iríamos pernoitar – Kingston, ainda queríamos fazer o lindo trajeto até Niagara-on-the-Lake (24 km – 30 minutos), ao longo de uma estrada panorâmica – Niagara River Parkway * – vinhas, casinhas lindas e o rio Niágara.
*para ter a certeza de que está a fazer o troço certo, na via da dúvidas peça ao Waze/Google Maps primeiro Queenton e só depois de alcançado esse local, Niagara-on- the-Lake.
Acabámos por almoçar no restaurante Old Winery perto da localidade.


PARTE DA TARDE
TRAJETO ATÉ KINGSTON
E agora era ganhar coragem para ultrapassar as horas seguintes. Apesar do número de quilómetros (390 e cerca de 4 horas) como as estradas eram boas não foi muito penoso! Kingston significava apenas local para pernoitar.
3º DIA – MANHÃ
TRAJETO ATÉ MONTRÉAL
| Kingston – Montréal – 290 km – 3h 10min |
Ora bem… como nos esperavam uns “quantos” quilómetros para atingir a primeira cidade verdadeiramente dita – Montréal – e queríamos começar a gozá-la quanto mais cedo melhor, foi toca a despachar! Chegámos lá por volta do meio-dia.
TARDE – MONTRÉAL
| Place Royale |
| Place d’ Armes |
| Place D’Youville |
| Place Vauquelin, Hôtel de Ville, Château Ramezay, Place Jacques-Cartier |
| Mercado Bonsecours e Rue Saint Paul |
| Estádio Olímpico |
| Oratório de São José |
Almoçámos no restaurante Bistro L’ Arrivage no 2º andar do Museu Pointe-a-Callière, (Montreal Museum of Archeology and History) por oferecer uma vista deslumbrante para a zona do porto, na Place Royale. Pedimos ao Google Maps que nos levasse ao parque de estacionamento mais perto do local. Assim foi, mas a troco de uns quantos dólares canadianos, uma vez que todos os parques são pagos.
Gerimos o tempo do estacionamento desbravando o que a cidade tinha para oferecer naquela zona: Place Royale; Place D’Youville, tendo ido depois até à Place d’ Armes: monumento a Paul de Chomedey, Basílica de Notre-Dame e uma série de edifícios interessantes. Fomos depois ao longo da Rua Notre -Dame: Place Vauquelin, Hotel de Ville, Museu Château Ramezay e Place Jacques-Cartier que se estende numa área bastante grande (chegando à Rue Saint Paul). Depois dirigimo-nos para o famoso Mercado Bonsecours, na Rue Saint Paul.


Por volta das 16 pegámos no carro para nos dirigirmos para o Estádio Olímpico. Saímos daí às 17h. Daí fomos para o Oratório de S. José (16km – 30 minutos) tendo lá chegado por volta 17.30- Dedicámos-lhe cerca de 45 min.
A seguir dirigimo-nos para o Hotel – Best Western Plus Hotel Montréal – localizado na Rue Sainte-Catherine para realizar o check-in e saber onde poderíamos estacionar o carro: a alternativa era deixarmo-lo na garagem do hotel mediante o pagamento de uma quantia!
Como estávamos relativamente perto da Chinatown, por ali deambulámos, tendo acabado por jantar num dos muitos restaurantes ao dispor – um vietnamita.
4º DIA – MONTREAL
MANHÃ
| Plateau Mont-Royal: Av. Laval e Place Saint-Louis |
| Cidade Subterrânea: ao nível da estação de metro- Square Victoria |
| Rue Saint-Denis |
No dia a seguir começámos a volta a pé pelo Plateau-Mont-Royal, mais concretamente na Avenue Laval e Place Saint-Louis.
Depois apanhámos o metro na estação de Sherbrooke – tendo comprado um cartão para 1 dia e descemos na Square Victoria. Como estava a chover, aproveitámos e fomos visitar a Cidade Subterrânea.

Almoçámos na Rue Saint-Denis, na parte sul de Plateau-Mont-Royal (conta com diversas estações de metro – por ex: Berri – UQAM e pontos de autocarro)- no restaurante Omnivore– rua com uma oferta muito grande – desde cafés informais, bares movimentados a restaurantes tranquilos de muitas nacionalidades, incluindo portugueses.
TARDE
| Place d’ Armes: Basílica de Notre-Dame (interior); Seminário Saint Sulpice |
| Vieux Port: Chapelle des Marins, Quai de L’ Orloge e da Roda Gigante. |
| Champs-de-Mars; Chinatown |
Voltámos à Place d’ Armes para visitar o interior da Basílica de Notre Dame e dar atenção ao Seminário Saint- Sulpice que fica imediatamente a seguir à Basílica. Fomos novamente pela Rue Notre-Dame e ao nível da Place Jacques-Cartier descemos para alcançar a zona do Vieux-Port: Chapelle des Marins, a zona do Quai de L’ Orloge e da Roda Gigante.

Era também nossa intenção ir ao Belvedere/miradouro Kondiaronk mas como o dia estava chuvoso, abortámos essa opção, tendo acabado por ir ao Champ-de-Mars e depois para a zona da Chinatown. Fomos ao hotel descansar um pouco e depois fomos de uber até à Rue Saint Paul para jantarmos no restaurante L’Usine de Spaghetti. Uma experiência muito interessante: pelo espaço e iguarias.
5º DIA – MANHÃ
TRAJETO ATÉ QUÉBEC E QUÉBEC
| Montréal – Québec – 260 km – 3h |
Aí íamos nós enfrentar mais um desafio: alcançar a cidade de Québec! Chegados ao local queríamos muito libertarmo-nos da viatura e começar a explorar algo que se revelava espetacular.
Estacionámos, então, no parque da Rue Saint Paul– num parque pago (cerca de 20 CAD – 13.3€ – para 24h – pois compensava mais!).
O QUE NOS ESPERAVA!
| Downtown: Escultura Vivrière, Rue de Notre-Dame – La Fresque de Québécois, Grand Allée, Assembleia Nacional, Rue Saint-Louis |
| Uptown: Terrasse Dufferin, Château Frontenac, Cidadela, Planícies de Abraão |
Fizemos a Rue Saint-Paul, e na confluência com a rue du Sault-au-Matelot estava a Escultura Vivrière. Aí dirigimo-nos para a zona da Rue de Notre Dame – local do Mural da Cidade – La Fresque de Québécois. Começámos depois a fazer a subida de Côte de la Montagne vislumbrando-se lá bem no alto o Château Frontenac. Passámos ao pé do Edifício dos Correios e alcançámos a Rue du Fort para almoçar no restaurante Le Chik Shak, para provar o famoso Poutine – o prato típico de Québec. Gostámos muito da experiência!
TARDE
A seguir, o ícone da cidade esperava por nós: o Château Frontenac! Em frente tínhamos o Terrasse Dufferin, com a estátua de Samuel de Champlain, que se estendia a toda a dimensão (desde o Museu do Forte dum lado e do outro as escadas de acesso à Cidadela) tendo uma vista panorâmica para o rio São Lourenço, Lévis (localidade do outro lado do rio), para a basse ville de Québec e para a Île d’Orléans.

De seguida fizemos uma escadaria que nos conduzia até à Cidadela e Planícies de Abraão.
Fomos caminhando ao longo das muralhas da Cidadela. No fim alcançámos as Muralhas da cidade e os respetivos Portões e a Grand Allée, à qual dedicámos algum tempo: à Assembleia Nacional, às Estátuas e a uma Fonte.

Depois fizemos a Rue Saint Louis, tendo voltado a passar na Fonte-Escultura La Vivrière. Jantámos no restaurante italiano Mattó na rue du Sault-au-Matelot. Gostámos da experiência.
6º DIA
MANHÃ
| Basse Ville ou Downtown: Rue de Notre-Dame – La Fresque de Québécois, Place Royale- Eglise Notre-Dame-des-Victoires, Quartier Petit Champlain, Rue Sous-le-Fort |
| Haute Ville ou Uptown: Catedral de Notre-Dame, Hôtel de Ville, Catedral da Santíssima Trindade, (Château Frontenac, Terrasse Dufferin) e Montmorency Park |
Com estacionamento pago para 24h no parque da Rue Saint Paul, aí nos libertámos do carro para continuar a explorar a linda cidade de Québec.
Começámos pela basse ville, na Rue de Notre-Dame para contemplar mais de perto La Fresque de Québécois, prosseguindo para a Place Royale – local pitoresco pelos edifícios e por apresentar a mais antiga igreja de pedra – a Eglise Notre-Dame-des-Victoires.


Continuando por aí chegámos ao bairro Petit-Champlain: um recanto cuidadosamente preservado com antigos edifícios de pedra. É uma pequena zona comercial na cidade de Québec, de ruas estreitas pedestres, repleto de lojas de souvenirs, de artesanato, galerias de arte, restaurantes e bares.


Fizemos, então, a Rue du Petit-Champlain e a Rue Sous-le-Fort (rua de acesso ao funicular). Ficámos um pouco indecisos – fazer o percurso de funicular até ao Terrasse Dufferin ou a pé. Optámos pela 2ª hipótese! Fomos subindo os degraus da Escalier Casse-Cou, tendo chegado ao Côte de la Montagne e um pouco adiante fizemos uma escadaria (à esquerda) e atingimos o Terrasse Dufferin, com a intenção de alcançar de novo a haute ville representando isso o Terrasse Dufferin, o Château Frontenac e a isso acrescentando a Catedral de Notre-Dame, o Hôtel de Ville e a Catedral da Santíssima Trindade.
| pode-se ir da downtown para a uptown: (é interessante das 2 maneiras) |
| – de funicular (na Rue Sous-le-Fort) para o Terrasse Dufferin ou – pelas Escalier Casse-Cou, alcança -se o Côte de la Montagne e depois faz-se o resto a pé, podendo um pouco mais acima fazer as escadas (que ficam à esquerda) e assim alcançar desde logo o Terrasse Dufferin ou ir em frente, passar no emblemático edifício (dos Correios) Saint Laurent, fazer a Rue Port Dauphin e Rue du Fort e assim chegar ao Terrasse Dufferin e Château Frontenac |
Após esses momentos decidimos descer as escadas a partir do Terrasse Dufferin e fomos ao Montmorency Park donde se obtinha uma vista deslumbrante para a haute ville e para a basse ville nela incluindo o rio São Lourenço.
Depois começámos a fazer a descida do Côte de la Montagne e fomos almoçar ao restaurante Louise que se situava na Rue Saint Paul. Gostámos do espaço bem como das iguarias.
TARDE
LÉVIS (de ferry); CATARATAS DE MONTMORENCY; QUÉBEC
Após o almoço dirigimo-nos para a zona do porto com o intuito de fazer a travessia de ferry – Québec-Lévis para ver a cidade de Québec sob uma outra perspetiva, incluindo isso o Château Frontenac, no cimo da colina. Foi muito interessante. É uma das melhores vistas que se obtém da cidade.
A seguir decidimos dedicar o resto da tarde (cerca de 2 horas) às Cataratas de Montmorency, pois para além de serem deslumbrantes, situam-se a poucos quilómetros de Québec (cerca de 12km).

E para acabar em beleza os nossos momentos na esplendorosa cidade de Québec, voltámos ao bairro de Petit-Champlain, tendo-o gozado com uma iluminação diferente. Jantámos no restaurante Va Bene na Rue Sous-le-Fort. Foi uma experiência gastronómica italiana muito sui generis.
7º DIA – MANHÃ
TRAJETO PARA OTTAWA; RIDEAU FALLS E OTTAWA
| TRAJETO Québec – Ottawa – 445 km – 4h 45 min |
Foi o trajeto mais penoso da viagem pois para além do número de quilómetros, a chuva acompanhou-nos durante parte do trajeto, mas mesmo assim por volta das 14 h (saímos da cidade de Québec por volta das 8h) já estávamos a gozar mais umas cataratas, desta vez as Rideau Falls, muito perto de Ottawa.

Momentos repousantes e espetaculares esperavam-nos no restaurante Tavern on the Falls, com o som da água a cair.
Após o almoço ainda demos uma volta na zona das Cataratas e depois dirigimo-nos para a cidade de Ottawa, a uma distância de 1,2 km – 3 minutos, mais concretamente, para o Hotel Holiday Inn Express & Suites Downtown na King Edward Avenue, deixando o carro mais uma vez no estacionamento do hotel, mediante pagamento.
Como o hotel estava bem localizado e os principais pontos de interesse não se situavam numa área muito grande, eram acessíveis a pé.
Assim sendo, por volta das 18.30 já tínhamos começado a dirigir os nossos olhares para a cidade de Ottawa. Fomos ao longo da St. Patrick Street, gozando o imenso casario colorido, a Igreja St. Brigid e tendo começado, desde logo a vislumbrar a torre da Basílica de Notre-Dame (do lado direito).
Virando à esquerda na Dalhouise Street, no cruzamento com a York Street fomos ter ao famoso ByWard Market. Deambulámos por ali apreciando a energia e o fim de tarde de Ottawa. Ainda nos deliciámos com o edifício Fairmont ou Château Laurier – neste momento a funcionar como hotel e restaurante, e com o Rideau Canal, que fica logo a seguir. Ainda avistámos o emblemático “Big Ben“.


Voltámos para a zona do ByWard Market pois tínhamos percebido que era uma zona rica em restauração. Acabámos por jantar num pub irlandês.
Como o dia tinha sido longo, após o repasto regressámos ao hotel, tendo ainda tirado partido do trajeto.
8º DIA
MANHÃ- OTTAWA
De manhã foi toca a levantar cedo para ainda dedicarmos mais algum tempo a Ottawa. Deixámos o carro no estacionamento do hotel e aí íamos nós desbravar mais um pouco da capital do Canadá.
Começámos por dedicar algum tempo à zona da Basílica de Notre-Dame, tendo em frente uma gigantesca Aranha (que figura em mais locais do mundo, como por exemplo em Bilbau) e o Museu de Belas Artes ou Galeria Nacional do Canadá.
Depois caminhámos ao longo do Parque Major’s Hill, tendo avistado o Museu Canadiano de História, do outro lado da Alexandra Bridge, sobre o rio Ottawa.

Começámos a dirigir os nossos olhares para a Colina do Parlamento do lado direito e para o Fairmont Château Laurier bem como para o Rideau Canal do lado esquerdo.
Encaminhámo-nos para a zona da Colina do Parlamento gozando a magnitude de toda a imensidão de edifícios, sendo de realçar a Torre da Paz (semelhante ao Big Ben de Londres) do edifício do Parlamento, o Parlamento e a paisagem e o casario de um e do outro lado do rio Ottawa.
Ainda fomos dar um giro pela zona do Fairmont Château Laurier e do Rideau Canal, tendo ido ao longo dele durante algum tempo para apreciar as 2 margens. Gostávamos de ter feito um passeio de barco ao longo do canal mas tínhamos os minutos contados e muitos quilómetros para fazer até Toronto.
TARDE – TRAJETO PARA TORONTO E TORONTO
| TRAJETO Ottawa – Toronto – 400 km – 4h 40min |
Por volta do meio-dia dirigimo-nos ao hotel para ir buscar o carro e iniciarmos o longo trajeto para a cosmopolita cidade de Toronto. Fizemos paragem para meter combustível e reconfortar os estômagos e prosseguimos viagem tendo alcançado Toronto por volta das 19h 30m. Foi fazer check-in, deixar o carro no parque de estacionamento do hotel – Holiday Inn Toronto Downtown Centre, mediante pagamento e jantar no restaurante do hotel (adorámos a refeição) para depois começar ainda a contactar com a cidade.
Como o hotel se situava (na Carlton Street) perto da Yonge Street (considerada a rua mais comprida do mundo) na zona onde também se localizava a Dundas Square – a “Times Square”de Toronto, iniciámos o nosso tour pedestre aí! Por essas bandas havia também o Toronto Eaton Centre – centro comercial de renome.


Deambulámos pelas Richmond Street West e Duncan Street tendo por vezes a CN Tower como pano de fundo. Depois encaminhámo-nos para a imperdível Nathan Philips Square, localizada no coração de Toronto – no cruzamento da Bay Street com a Queen Street – sendo considerado um dos espaços públicos mais icónicos da cidade. Um dos pontos mais fotografados é o grande letreiro colorido “TORONTO” rodeado de uma Fonte e Espelho de Água, que à noite se encontra iluminado e muda de cor. Tem como pano de fundo uma série de edifícios, sendo um deles o novo Toronto City Hall, inaugurado em 1965, um arranha-céus com uma arquitetura arrojada. No lado direito da Praça está também o Old City Hall, com uma arquitetura de estilo romanesco revivalista.
Cirandámos pela cidade até por volta das 23h 30 min!
9º DIA
MANHÃ
Como o pequeno-almoço não estava incluído e porque soubemos que não muito longe de uma zona que queríamos explorar – Graffity Alley, havia um local famoso onde se comiam cinnabun pancakes – Stacked Pancake & Breakfast House, aí fomos nós (para a fila) para experimentar essa iguaria. Gostámos. Depois deixámo-nos “perder” nas ruas e ruelas de Street Art, havendo alguns artistas a pintar.




De seguida fomos para a zona do Kensington Market e Chinatown – Dundas St West com a Spaldina Ave. São ruas com uma grande variedade de restaurantes (chineses, vietnamitas, tailandeses e japoneses) e lojas com uma oferta muito variada, desde fruta a legumes frescos, ervas medicinais, souvenirs… A Chinatown desenvolve-se essencialmente ao longo da Spaldina Avenue sendo de realçar os portões vermelhos (cor que simboliza boa sorte e felicidade) com dragões, fénix….


Indo ao longo da Spaldina Avenue no sentido do porto até à Front Street West e virando para a Blue Jays Way, começa-se a ver mais de perto a CN Tower e também o Rogers Centre. Passámos por cima da linha férrea pois a nossa intenção era alcançar a zona do porto.


TARDE
Dirigimo-nos para a zona do porto de Toronto, mais concretamente para Jack Layton Ferry Terminal onde apanhámos um water-taxi (13 Canadian Dollars por px) para ir à Centre Island – 10 minutos de travessia. Chegámos lá por volta das 13h. Passeámos ao longo de várias ilhotas, tendo explorado mais a Centre Island. Fomos ao longo de uma zona arborizada, tendo nas nossas costas a CN Tower bem como a cidade de Toronto, para assim alcançar o Centre Island Pier e uma zona balnear. Deambulámos pelas ilhas até às 14.30.
Almoçámos no restaurante Upper Deck à beira da água com vista para a cidade de Toronto. Simplesmente divinal!




Regressámos num barco de carreira (sem pagar) por volta das 16h (já passava um pouco) e chegámos cerca das 16.35.


Dirigimo-nos para a zona do St. Lawrence Market (dedicámos cerca de meia-hora) , tendo entrado e apreciado a variedade de lojas, sendo algumas de souvenirs.


De seguida passámos na zona de Esplanade e fomos para o Distillery District, que outrora albergava uma grande destilaria de whisky. É uma zona pedonal com ruas calcetadas com edifícios pitorescos, funcionando parte deles como restaurantes, bares e boutiques indie. Dedicámos-lhe cerca de meia hora (entre as 18h e 18.30).


Ainda fomos dar um giro à zona da CN Tower e do Aquário.
Como tínhamos gostado da experiência da noite anterior no restaurante do hotel, fomos até à Toronto Union Station (e apercebemo-nos que aí perto era uma das entradas da Cidade Subterrânea – PATH – mas não tínhamos tempo para a explorar) para apanhar o metro e regressar ao hotel.
(P.S. – há que estar em boa forma física – fizemos 19km a pé!)
10º DIA
MANHÃ
Após pequeno almoço num espaço em frente ao hotel apanhámos o metro em College Station para Toronto Union Station com a intenção de ver a CN Tower de dia, de visitar o Aquário (ao qual dedicámos cerca de 1 hora e meia) e de ver o Museu dos Comboios (ao ar livre).


Depois dirigimo-nos para a Front Street West para alcançarmos o Berczy Park – famoso pela sua Fonte com Cães.


Um pouco adiante esperava-nos o icónico edifício em pedra ou tijolo vermelho Gooderham também conhecido como Flatiron Building.


Acabámos por almoçar nas imediações no restaurante – The Old Spaghetti Factory – espaço muito interessante e pratos de massa muito bons. Gostámos da experiência.
TARDE
Aproveitámos o facto de estar naquela zona e então fomos ao Brookfield Place (a 300 metros do edifício Gooderham) um complexo de torres comerciais modernas (com a Galeria Allen Lambert, restaurantes e o Hall da Fama do Hóquei) interessantíssimo com estrutura em aço e vidro.



Fomos de metro até ao hotel para ir buscar o carro e as malas e depois disso ainda queríamos passar no ROM (Museu Real de Ontário) para tentar visitá-lo. Como demorámos mais tempo do que o suposto, ainda entrámos no átrio mas considerámos que poderia ser arriscado pois tínhamos que devolver o carro e estávamos já com o tempo contado.
Que venham muitas mais viagens maravilhosas como esta!