Leiria-enamorada por dois rios: Lis e Lena

Dedique 2 dias ( se quiser incluir a visita ao castelo e museus)

A lenda dos rios Lis e Lena, metáfora do amor e da união, é uma das histórias mais conhecidas na região de Leiria. Conta-se que representa o amor entre o rio Lis e o seu afluente, o rio Lena, que nascido em Porto de Mós, percorre as aldeias e vilas até se unir ao Lis, já próximo da cidade de Leiria.

A lenda tem presença constante em textos literários*, fontes ornamentais, como a Fonte Luminosa e festas regionais, evocando sempre o valor da água e da natureza como património afetivo do território de Leiria. Assim, além do valor ambiental, os rios Lis e Lena são lembrados e celebrados pela sua lenda de amor, que atravessa gerações como um símbolo poético da região.

*O soneto de José Marques da Cruz inspirou-se no encontro (imaginário) dos rios, que correm em sentidos opostos, apesar de terem nascido “no mesmo dia”.

Leiria situa-se na região Centro de Portugal, a cerca de 35 km do litoral.* Dista cerca de 170 km da cidade do Porto e cerca de 140 km da cidade de Lisboa, as 2 principais cidades portuguesas, e 55 km de Coimbra, às quais está ligada por excelentes acessos (4 autoestradas – A1, A8, A17, A19, e o IC36 que liga a A1 à A8).

* de praias como a Praia da Vieira, a Praia de Pedrogão, São Pedro de Moel, Paredes da Vitória e Nazaré.

A cidade é o centro de uma área de influência (…), que abrange outros aglomerados populacionais, como as cidades de Marinha GrandePombalOurémFátima e Alcobaça. Localizam-se relativamente próximos da cidade vários monumentos nacionais: o Mosteiro de Alcobaça, o Mosteiro da Batalha, o Castelo de Porto de Mós, o Castelo de Ourém e o Convento de Cristo (em Tomar). A vila histórica de Aljubarrota situa-se a cerca de 25 km de Leiria, e fica também próxima a cidade de Fátima, do município de Ourém, conhecida pelo seu Santuário e por ser o mais importante local de peregrinação cristã no país”.https://pt.wikipedia.org/wiki/Leiria
A cidade é banhada pelos rios Lis e pelo seu afluente, o Lena, sendo o castelo de Leiria o seu monumento mais notável.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Leiri

Quando se pensa em Leiria ressalta, como já se percebeu, o seu castelo! Ele representa apenas um dos muitos pontos de interesse numa cidade que tem muito para oferecer, gozando também a presença do rio Lis, o que lhe confere ainda mais beleza.

O Centro Histórico estende-se entre a colina do castelo e o rio Lis.

LOCAIS DE INTERESSE

NASCENTE DO RIO LIS
nasce junto da povoação das Fontes, 2.5 km a Sul da freguesia de Cortes
(distrito e concelho da cidade de Leiria)
CASTELO DE LEIRIA
O Castelo de Leiria e respetivo núcleo muralhado, localizam-se num local privilegiado, marcado pela junção do rio Lis com o rio Lena.
aquele morro terá sido ocupado desde há cerca de cinco mil anos
Leiria foi conquistada aos muçulmanos, em 1135, por D. Afonso Henriques,
tendo o seu castelo uma evolução arquitetónica complexa,
com elementos de cariz militar (Torre de Menagem), civil (Paços Novos) e religioso (Igreja de Nossa Senhora da Pena).
Os vários locais do castelo:
Porta da Albacara – principal porta
 Casa do Guarda – receção e bilheteira
 Cisternas do Castelo – para armazenamento da água
 Torre Buçaqueira – ou torre dos Sinos
 Igreja de Nossa Senhora da Pena – 1ª igreja de Leiria – por volta de 1140
 Torre de Menagem
 Porta da Traição – crê-se que foi utilizada pelos muçulmanos numa das tomadas do castelo 
 Paços Novos – um dos melhores miradouros para a cidade
CENTRO DE DIÁLOGO INTERCULTURAL E SINAGOGA DE LEIRIA
A comuna judaica girava em torno da sinagoga,
situada no local da atual Igreja da Misericórdia, um templo cristão com reminiscências maneiristas e barrocas,
que foi classificado como Monumento de Interesse Público, em 2015.
RUA BARÃO DE VIAMONTE (RUA DIREITA)
liga o Largo Cândido dos Reis à Sé
o nome original é Rua Barão de Viamonte
é um pouco sinuosa, o que a torna muito especial.
A população judaica fixou-se, na Idade Média, numa área marginal da vila medieval, extra-muralhas, ao longo da antiga Rua Direita.
A judiaria atinge o seu auge no século XV, até à expulsão dos judeus de território nacional, em 1496.
CASA DO ARCO (Arco da Misericórdia)
edifício com elementos de Arte Nova, projetado por Ernesto Korrodi
(existiu até 1800 como hospital e albergaria)
Este local evoca a memória das portas da judiaria de Leiria,
remontante a inícios do século XIII, (e que abririam para a Praça de São Martinho)
atual Praça Rodrigues Lobo.
CASA DOS PINTORES
edifício de origem medieval,
está situado no centro da judiaria, junto ao antigo Largo dos Banhos,
sendo uma das raras construções que testemunham a arquitetura de habitação mais antiga no Centro Histórico.
A designação Casa dos Pintores deve-se à grande quantidade de artistas que retratam a sua fachada.
TRAVESSA DA TIPOGRAFIA
A importância de Leiria para a história da tipografia em Portugal é reconhecida por ter sido nesta vila medieval que existiu uma das primeiras oficinas de impressão tipográfica do país.
A partir de 1492, com a chegada a Leiria da família Ortas,
foram impressos vários incunábulos hebraicos*
*(termo latino in cuna (no berço), referindo-se aos primeiros livros impressos após a invenção de Gutenberg, até ao ano 1500)
RUA LATINO COELHO (RUA DA JUDIARIA)
A Judiaria, estrutura urbana fechada e orgânica,
assenta numa teia de construções e numa malha medieval, organizada em torno da sua sinagoga e dos arruamentos que ainda hoje existem.
A família dos Ortas, tipógrafos,
teria casa na Rua da Judiaria ou Rua Nova (atual Rua Latino Coelho).
TORRE SINEIRA
De estilo barroco, foi construída logo após o terramoto de 1755 sobre uma das antigas torres medievais das Portas do Sol, que marcavam a entrada na antiga vila medieval e davam entrada ao castelo.
Foi edificada afastada da Sé com o propósito de fazer ouvir os seus sinos na freguesia mais afastada, o Arrabalde.
MIRADOURO DA TORRE SINEIRA DA SÉ (JUDIARIA DE LEIRIA)
A judiaria leiriense apresentava um desenho urbano,
tipo espinha de peixe, com arruamentos que ainda hoje mantém o traço medieval,
e que acabaram por se tornar numa zona central da cidade.
A Judiaria teria o seu centro nevrálgico
na zona de interseção da Rua Barão de Viamonte (Rua Direita)
com a Rua Nova ou da Misericórdia (Rua Miguel Bombarda), anteriormente designada Rua da Judiaria.
IGREJA DE SÃO PEDRO
– de estilo românico, construída na segunda metade do século II-
Esta capela é hoje o edifício religioso mais antigo da cidade e ostenta ainda, na fachada, o único traço românico (baixa idade média)
MUSEU DA IMAGEM EM MOVIMENTO – M|I|MO
O m|i|mo – museu da imagem em movimento
é um espaço de homenagem à fotografia e ao cinema, juntando arte, ciência e técnica.
As suas coleções de objetos dão a conhecer a evolução da cinematografia, numa magnífica viagem pelos limites da imaginação, num caminho de luz e sombra, cor, ritmo e volume, engenho e arte… ilusão e realidade!
O m|i|mo nasceu no âmbito das comemorações do centenário do Cinema Português (1996) e, para além de exposições, promove regularmente atividades lúdicas e criativas.
Em 2011, o museu foi premiado pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia, com uma menção honrosa na categoria de Melhor Museu Português.
SÉ DE LEIRIA
A Catedral de Leiria é um edifício maneirista, sóbrio, cuja construção se iniciou em 1559 e abertura da nova praça.
A 22 de maio de 1545 é criada a Diocese de Leiria e, no mesmo ano,
a 13 de junho, Leiria é elevada a cidade.
O conjunto arquitetónico da Sé de Leiria foi objeto de classificação como Monumento Nacional em 2014.
PRAÇA RODRIGUES LOBO
A principal praça da cidade tem o nome de Francisco Rodrigues Lobo,
poeta cristão-novo natural de Leiria,
cuja família foi afetada pelas perseguições promovidas pela Inquisição, na sequência do édito de expulsão dos Judeus e Mouros, de 1496.
Nesta praça, podemos admirar uma estátua, de homenagem ao poeta,
da autoria de Joaquim Correia.
ROSSIO DE LEIRIA
No antigo Rossio, ajardinado na 2ª metade do século XIX,
encontramos duas notáveis peças de arte pública:
a estátua do Pastor Peregrino e a escultura O Lis e o Lena.
O Pastor Peregrino, de 1959, do escultor Pedro Anjos Teixeira,
é uma referência à obra de Francisco Rodrigues Lobo,
poeta leiriense, que fixou os nomes dos rios Lis e Lena.
Na Fonte Luminosa, a escultura O Lis e o Lena,
obra do mestre Lagoa Henriques,
é uma alusão àqueles rios, tendo sido inaugurada em 1973.
IGREJA DO ESPÍRITO SANTO
Monumento religioso de cariz barroco, datado do século XVIII, foi construído no local de uma ermida de finais do século XIII, com o mesmo nome.
Esta teria anexos um hospital e uma albergaria que, em 1614,
foram absorvidos pela Santa Casa da Misericórdia de Leiria.
FONTE GRANDE, DAS CARRANCAS OU DAS TRÊS BICAS
Este fontanário, com bebedouro para animais, de inspiração barroca, igualmente conhecido como Fonte das Carrancas, terá sido construído no século XVIII.
CONVENTO E IGREJA DE SANTO GOSTINHO – MUSEU DE LEIRIA
Complexo religioso, classificado como monumento de interesse público,
com traços maneiristas e barrocos.
Entre 1577 e 1579, pouco tempo após a elevação de Leiria a cidade e a diocese (1545), teve início a construção da Igreja e do Convento de Eremitas Agostinhos,
por iniciativa do Bispo D. Frei Gaspar do Casal.
Ao lado encontra-se o primeiro seminário diocesano (1671-1672).
Após 1834, acolheu aquartelamentos do Exército.
O espaço do convento alberga, atualmente, o Museu de Leiria, inaugurado em 2015.
MOINHO DO PAPEL ou DOS CANIÇOS
Situa-se na margem esquerda do rio Lis, a leste da Igreja de Santo Agostinho e junto à ponte dos Caniços.
O antigo moinho data da época medieval
e foi criado especificamente para a produção de papel.
Este museu, edificado no lugar de um antigo moinho de papel,
foi um dos primeiros da Península Ibérica numa época em que a indústria da moagem era determinante para o desenvolvimento económico.

Em 1411, D. João I concedeu alvará régio a Gonçalo Lourenço de Gomide para fazer papel em Leiria, tendo começado a funcionar neste local aquela que tem sido considerada a primeira fábrica do papel, em Portugal.
A produção de papel na vila medieval poderá estar relacionada com a instalação de uma das primeiras oficinas tipográficas do país,
da família do impressor judeu Samuel de Ortas.
Após intervenção do arquiteto Siza Vieira,
o conjunto edificado funciona, desde 2009, como espaço museológico.
informação colhida em:
https://www.visiteleiria.pt/roteiros/roteiros-culturais/roteiro-da-judiaria-de-leiria/#lg=2&slide=2
Se quiser mais informações vá a:
Welcome Center | Posto de Turismo de Leiria – Jardim Luís de Camões
aí obtém-se pelo menos um folheto com o Roteiro da Judiaria de Leiria e também um mapa turístico de Leiria

A presença judaica em Leiria remonta a inícios do século XIII, estabelecendo-se uma comuna fora das muralhas da vila, que foi crescendo até ao seu apogeu no século XV.
A Judiaria é ainda hoje percetível na malha urbana de cariz medieval, onde em 1492 se instala o tipógrafo Samuel de Ortas, imprimindo, em 1496, o Almanach Perpetuum, de Abraão Zacuto, fundamental para os descobrimentos portugueses.
Da judiaria permanece a memória da Igreja da Misericórdia como templo construído no local da antiga sinagoga.

EXPERIÊNCIAS GASTRONÓMICAS

Restaurante Matilde Noca
com vista para o castelo, cidade e estádio
R. do Martingil 157, 2415-522 Leiria
Restaurante Nau Frágil
na praia da Vieira –
Av. Marginal, 2430-696 Vieira de Leiria
Restaurante Casa da Nora
à beira do rio Lis
Largo José Marques da Cruz,8 – Cortes

ALOJAMENTO

Hotel Cristal Vieira Praia & SPA – Av. Marginal, 63 – Praia da Vieira

A NOSSA EXPERIÊNCIA

Na preparação da viagem algo suscitou a nossa curiosidade: a nascente do rio Lis! Vamos nessa?

MANHÃ – NASCENTE DO RIO LIS

Não é que pedimos ao Google Maps rigorosamente Nascente do Rio Lis e ele nos conduziu até lá? Estacionámos o carro e fomos a pé ao longo do passadiço que nos levou ao local TOP: o início do rio. Foi uma sensação fenomenal! Pensar que estávamos a gozar algo invulgar: a natureza no seu melhor! Como nos dias anteriores a chuva se tinha feito sentir com muita força, o rio tinha um grande caudal e a água jorrava com uma velocidade incrível!

ALMOÇO – RESTAURANTE MATILDE NOCA

Gozados estes momentos, aí íamos nós pedir ao Google Maps mais uma localização: Restaurante Matilde Noca. Com vista para a cidade, Castelo de Leiria e Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, este restaurante alia um espaço distinto e agradável a uma ementa tradicional e ao mesmo tempo inovadora. Provámos a famosa brisa do Liz, também conhecida como Brisa do Lis, (doce típico da cidade de Leiria, confecionado com três ingredientes base: gema de ovo, açúcar e amêndoas. As brisas do Liz são a origem do doce brasileiro Quindim  em que as amêndoas são trocadas por coco ralado).

TARDE – LEIRIA

É interessante o quão se aprende quando se visita um local! Leiria surpreendeu-nos completamente! É sabido que Portugal bem como outros países contaram (e contam) com a presença de judeus, mas não sabíamos que eles também tinham marcado a sua presença em Leiria!

Vamos então começar as nossas descobertas e aventuras em Leiria. O empregado do restaurante ter-nos-á dito que a cidade teve um grande desenvolvimento nas últimas décadas. Estávamos curiosos!

Dirigimo-nos de carro para a Fonte Luminosa na Praça Goa, Damão e Diu, tendo estacionado no parque subterrâneo e começado logo a gozar essa zona. Passa isso pela Praça Goa Damão e Diu onde se situa o letreiro de Leiria, e olhando para um nível superior temos o castelo em todo o seu esplendor. Aproximámo-nos da Fonte Luminosa que simboliza os rios Lis e Lena.

Atravessámos o Jardim Luís de Camões no qual se encontra a estátua do Pastor Peregrino e fomos para o centro histórico da cidade, que inclui a antiga judiaria de Leiria. Com a documentação que tínhamos obtido no Posto de Turismo (situado no referido jardim), aí íamos nós percorrer as múltiplas ruelas, à procura dos locais mais emblemáticos: antes de nos embrenharmos em ruas e ruelas fomos contemplados com o Largo 5 de Outubro que nos prendou com um interessante edifício: o Banco das Artes Galeria (em tempo idos o banco de Portugal). Depois dirigimo-nos para a zona da , ao pé da qual havia os Arcos de Azenha Medieval (do séc. XIII) que foram trasladados para ali.

Chegados ao Largo da Sé, fizemos uma ligeira subida, tendo ido depois de elevador. Aí tínhamos perante nós a Igreja de S. Pedro, em estilo românico.

Imediatamente a seguir, estava um edifício que funciona enquanto Museu da Imagem em Movimento – M|I|MO. Quem gostar de recordar o mundo da fotografia e do cinema de há décadas atrás, é um bom local para conhecer a evolução da cinematografia.

Apesar de ser nossa intenção, a seguir, visitar o Castelo, já não conseguimos pois quando terminámos a visita ao M|I|MO, estava quase na hora de fechar. Fizemos 2 descidas de elevador e eis-nos de novo no Largo da Sé e aí íamos nós desbravar e calcorrear ao vivo e a cores, a famosa Rua Direita que de acordo com pesquisas feitas não correspondia à verdade. De facto é uma rua ziguezagueante mas interessante, oferecendo edifícios históricos e comércio local. O trajeto permite contemplar o comércio tradicional, ruelas adjacentes, e vistas para o castelo.

Passámos por um edifício de linhas direitas (Universidade Sénior) no cimo do qual surgiu a estátua de um gato preto gigante que chamava a atenção e foi objeto de vários cliques! Uma das ruelas por ali era a Rua Latino Coelho, uma das muitas que oferecia uma vista fantástica para o Castelo. Deambulámos por ali tendo passado também na Casa dos Pintores.

Fizemos a Rua Afonso de Albuquerque para nos deliciarmos com a emblemática Casa do Arco, com azulejos, vidros coloridos e linhas onduladas demonstrando a influência da Arte Nova,

tendo ido desembocar na principal praça da cidade – Praça Francisco Rodrigues Lobo abrilhantada por uma série de edifícios de estilos diferentes mas muito interessantes bem como a estátua do poeta que dá nome à praça.

Ainda gozámos as cores do fim do dia no trajeto que nos conduzia ao carro. Encaminhámo-nos, então, para a Praia da Vieira (cerca de 30 km – 30 min.) onde iríamos pernoitar – Hotel Cristal Vieira Praia & SPA, na Av. Marginal em frente à praia. Tínhamos reservado mesa no restaurante Nau Frágil. Pena o tempo não estar convidativo para fazer uma caminhada ao longo da praia (chovia, que Deus a dava!).

MANHÃ – LEIRIA

Check-out feito e aí íamos nós para Leiria para a explorar mais um pouco. Voltámos a libertar-nos do carro no mesmo parque, uma vez que é uma zona central e ideal para continuar a desbravar a cidade.

Começámos pela Igreja do Espírito Santo perto da Rotunda do Sinaleiro e do Mercado de Sant’ Ana.

Um pouco adiante encontra-se a Fonte Grande, das Carrancas ou das Três Bicas. Retrocedemos o trajeto, não sem antes gozarmos o rio Lis,

e encaminhámo-nos para o Jardim Luís de Camões, passámos no Largo 5 de Outubro para ir para a Rua de D. Dinis e de seguida para a Praça Francisco Rodrigues Lobo para apreciar com mais rigor a arquitetura dos edifícios. Como as ruelas do centro histórico de Leiria são viciantes fomos caminhando ao longo delas, tendo passado na Rua Miguel Bombarda para ver a Igreja da Misericórdia – CDIL – Centro de Diálogo Intercultural de Leiria, templo construído no local da antiga sinagoga.

Voltámos à Rua Afonso de Albuquerque para nos deliciarmos com a Casa do Arco, captando diferentes perspetivas! Um pouco adiante dirigimos o nosso olhar para a famosa Travessa da Tipografia, da qual se obtinha uma vista interessante para o castelo!

de carro passámos no Convento e Igreja de Santo Agostinho, e após isso virámos no sentido da ponte e estacionámos nessa ruela. A nossa intenção era visitar o Moinho do Papel, mas apenas vimos o edifício por fora pois o museu estava fechado na altura em que passámos lá!

Volvida a manhã, dirigimo-nos para Cortes (a cerca de 12 km – 12 min) para almoçar com pessoas amigas, no maravilhoso restaurante Casa da Nora.

Localização fantástica, à beira do rio Lis, espaço muito agradável e iguarias indescritíveis.

O convívio foi espetacular mas como se dedicou muito tempo à refeição, isso invalidou explorar mais, fosse o que fosse!

Bem … fica a promessa de voltar a Leiria, sendo, pelo menos, a visita ao Castelo, ponto assente!

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